A vida voltou a colocar Margarida Pinto Correia (60) perante uma dolorosa despedida. Apenas sete meses depois da morte da irmã,
, aos 65 anos, a jornalista enfrenta agora a perda de Luís Represas, músico com quem partilhou uma das mais conhecidas histórias de amor do meio artístico português e pai dos seus dois filhos. A sucessão destas perdas transforma este num dos momentos mais delicados da sua vida, marcado por despedidas profundamente significativas.
A morte de Luís Represas, aos 69 anos, gerou uma onda de consternação em Portugal. Com uma carreira que atravessou mais de cinco décadas, o cantor deixa um legado incontornável na música portuguesa, bem como uma história pessoal intimamente ligada à de Margarida Pinto Correia.
Para a jornalista, esta é uma perda que ultrapassa a dimensão pública. Apesar do fim do casamento, a ligação entre ambos nunca desapareceu. Ao longo dos anos, preservaram uma relação de amizade, respeito e cumplicidade, sempre unidos pelo bem-estar dos filhos, Nuno e José Alberto. Essa proximidade fez com que Luís Represas continuasse a ocupar um lugar muito especial na vida de Margarida, mesmo depois de cada um seguir o seu próprio caminho.
A notícia da morte do músico surge numa altura em que Margarida Pinto Correia ainda procurava recuperar da perda da irmã, Clara Pinto Correia, uma das figuras mais importantes da sua vida.

Uma nova despedida apenas sete meses depois
A 9 de dezembro de 2025, Clara Pinto Correia morreu aos 65 anos, notícia que causou profunda tristeza entre familiares, amigos e admiradores da escritora, professora universitária e divulgadora de ciência.
As duas irmãs mantiveram uma relação familiar próxima ao longo da vida, partilhando um forte laço afetivo que se tornou evidente nas inúmeras homenagens prestadas após a morte de Clara.
Luís Represas marcou presença nas cerimónias fúnebres da antiga cunhada, um gesto que espelhou a relação cordial que continuava a manter com a família Pinto Correia, apesar de o casamento com Margarida ter terminado há vários anos.
Agora, apenas sete meses depois dessa despedida, é Margarida quem volta a ver-se confrontada com uma nova perda profundamente marcante. A morte do homem com quem construiu uma família e partilhou quase duas décadas da sua vida representa mais um duro capítulo num período particularmente exigente do ponto de vista emocional.
Ao longo dos últimos anos, tanto Margarida Pinto Correia como Luís Represas falaram publicamente da amizade e do respeito que conseguiram preservar após o divórcio. A prioridade de ambos foi sempre o bem-estar dos filhos, razão pela qual mantiveram uma relação próxima e cordial, frequentemente apontada como um exemplo de maturidade.
A morte do cantor representa o desaparecimento de um dos maiores nomes da música portuguesa, mas também a perda de uma figura incontornável na história pessoal da jornalista.
Enquanto o país presta homenagem ao legado artístico de Luís Represas, há também quem acompanhe com emoção este momento particularmente delicado vivido por Margarida Pinto Correia. Em menos de um ano, a jornalista despede-se de duas pessoas fundamentais no seu percurso de vida, enfrentando um período em que o luto voltou a marcar profundamente a sua história.
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