Não falta quem guarde na memória histórias insólitas ou loucuras de bastidores quando o objetivo é ver de perto os seus artistas de eleição. A advogada Inês Rogeiro (37), por exemplo, optou por um caminho radical, movido pela paixão à música.
Em declarações prestadas à equipa da SIC Caras, à margem do último dia do festival NOS Alive, a filha do comentador Nuno Rogeiro (68) não hesitou ao responder sobre qual terá sido a decisão mais imprevisível que tomou por um ídolo. A revelação envolveu uma viagem a Inglaterra e um investimento substancial.
“Foi pagar uma nota preta para ver a Beyoncé (44) na fila mais VIP, VIP, VIP em Londres, para estar mesmo em cima dela. Foi a coisa mais louca que fiz: foi gastar muito dinheiro”, confessou, bem-disposta.
Longe do perfil festivaleiro
Apesar da extravagância cometida em solo britânico, a presença habitual em recintos de grande dimensão está longe de fazer parte da rotina de Inês Rogeiro. A advogada, que tem conquistado espaço e visibilidade na televisão nacional, assume abertamente que o ambiente de festival representa um desafio físico significativo.

“Sou daquelas [festivaleiras] que não costuma vir. Sofro muito das costas, então isto de estar muito tempo em pé… Fico logo aqui com uma escoliose”, gracejou em conversa com a publicação, demonstrando pragmatismo quanto às exigências destes eventos.
Ainda assim, guarda recordações marcantes das poucas ocasiões em que se aventurou. A sua estreia em grandes festivais aconteceu no Rock in Rio, onde vivenciou atuações lendárias de Sir Paul McCartney (84) e Elton John (79). “Estava mesmo colada às grades e vi-os muito perto. Adorei”, recordou com nostalgia.
A paixão pelos palcos reflete também uma forte cumplicidade familiar. A música funciona como um elo de ligação especial com o pai, Nuno Rogeiro, apesar de algumas diferenças no gosto musical. Enquanto a advogada assume o seu entusiasmo pelo universo pop — género que o pai não aprecia —, herdou dele a fascinação por sonoridades mais complexas.
“O meu pai tem uns gostos um bocadinho diferentes, mas lembro-me de ele me pôr a ouvir as músicas de que gosta, assim meio rock progressivo, e acabei por adquirir esse gosto. Temos essa ligação”, rematou.
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