Desde o nascimento do seu filho mais novo, Manuel, de 3 anos, do seu relacionamento, entretanto terminado, com a atriz Sara Matos, Pedro Teixeira teve a sua agenda preenchida com compromissos profissionais na TVI. Durante quase quatro anos, dividiu-se entre diferentes projetos. Agora, a gozar um longo período de descanso, como há muito desejava, o ator e apresentador aproveita para dedicar tempo de qualidade àqueles que mais ama. “Para já, estou em casa, sossegado, tranquilo. Tenho aproveitado para descansar, fazer coisas que não fazia há muito tempo, estar mais com a família e com os amigos. Fazer as coisas normais de uma família, de ser pai”, revelou à chegada ao Casino Estoril para celebrar o 32.º aniversário do canal, do qual faz parte há 20 anos.
Parco nas palavras, Pedro Teixeira revelou que os filhos, Maria, de 14 anos (da relação com Cláudia Vieira), e Manuel, são sempre o seu foco e prioridade, mesmo nos momentos de maior trabalho: “Os meus dois filhos estão maravilhosos.”
O sorriso de Maria Botelho Moniz não esconde que está a viver uma das fases mais felizes da sua vida em termos pessoais. Mãe há um ano e três meses de Vicente, da relação com o piloto Pedro Bianchi Prata, a apresentadora desfilou na gala de 32.º aniversário da TVI com um vestido brilhante da coleção do estilista Gio Rodrigues, sandálias Steve Madden e joias Pricci.
Uma noite fora do habitual, uma vez que o filho, que começou a andar e a dizer as primeiras palavras, e o companheiro são as suas prioridades quando não está a trabalhar: “O Vicente está ótimo, maravilhoso. Parece um pinguim ruivo, é a coisa mais fofa. Já percebeu que chega mais longe se for a correr. Deita tudo para o chão. Está numa fase muito gira, já começa a dizer as primeiras coisas: mãe, pai, papa, água. Agora está obcecado com pavões, girafas. E adora carros e motas. Estou feita.”
“Estamos a aproveitar esta fase do Vicente. O casamento há de acontecer um dia.”
Juntos desde 2020 e noivos há dois anos e meio, a apresentadora e o piloto não têm pressa em oficializar a união. “Estamos a aproveitar esta fase e o nosso foco está no Vicente. O casamento há de acontecer um dia, depois vão saber”, diz Maria Botelho Moniz.
Gio Rodrigues apresentou duas coleções distintas num desfile de alta-costura no Pestana Palace, em Lisboa. Num primeiro momento, ao ar livre, na Casa do Lago, revelou a coleção outono-inverno 2025/2026, onde os tecidos fluidos em tons pastéis dominaram. Já no interior, o estilista deu a conhecer a coleção “Wedding Second”, direcionada para casamentos, em que sobressaíram vestidos arrojados, sensuais e curtos.
Entre as caras conhecidas presentes no evento, estiveram Bárbara Taborda, Sandra Celas, Ana Rita Rocha, Cláudia Jacques e Ângelo Rodrigues, figura principal do desfile e nova imagem da marca.
André Rebelo é um chef de cozinha português que, aos 30 anos, assumiu a responsabilidade de dois restaurantes de referência: o Infame, localizado no 1908 Lisboa Hotel, no largo do Intendente, em Lisboa, e o Jangada, inserido no hotel You and the Sea, situado na Ericeira. No Infame, André Rebelo apresenta uma cozinha que abraça a gastronomia portuguesa, incorporando referências nacionais e respeitando a sazonalidade dos produtos, sem fechar as fronteiras a influências internacionais.
No Jangada, a carta destaca paladares regionais inspirados no mar, incluindo pizas caseiras feitas com massa mãe e cozidas em forno de lenha, privilegiando sempre produtos de fornecedores locais.
A paixão pela culinária começou aos 16 anos, influenciado pela mãe.
A sua paixão pela culinária começou aos 16 anos, influenciado pela mãe. Terminou a sua formação profissional na Escola Profissional de Hotelaria e Turismo de Lisboa em 2012, iniciou o seu percurso no Hotel da Lapa, passou pelo Tavares, onde trabalhou com o chef Aimé Barroyer, em 2012 fez estágios na Dinamarca, nos restaurantes Falsled Kro e Sortebro Kro. De volta a Lisboa, passou pelo Spot São Luiz, CS Hotels & Resorts, The Insólito e Grupo Comer o Mundo (A Cevicheria, O Talho, O Asiático). Em 2017, fez parte da equipa de abertura do Infame como subchefe, um ano e meio depois aceita o desafio de dirigir o Jangada e, no final de 2021, regressa ao Infame como chefe executivo, dividindo-se atualmente entre as duas casas. À paixão pela gastronomia junta o interesse por viagens e… futebol. É um sportinguista convicto.
Receita: “Brûlée” de chocolate branco por “Chef” André Rebelo
Ingredientes
• 980 ml de natas • 230 g de chocolate branco • 60 de açúcar • 120 g de gemas • Frutos vermelhos q. b.
Preparação
Colocar em banho-maria as natas, o chocolate e o açúcar até dissolverem. Bater as gemas até dobrarem de volume. Juntar os dois preparados e colocar em formas. Levar a cozer em banho-maria, a 180ºC, durante 15 minutos. Finalizar com frutos vermelhos a gosto.
Nem toda a gente é fã de peças de roupa com riscas horizontais, mas a verdade é que esta tendência tem dominado várias montras. Nesta galeria de imagens, apresentamos algumas combinações possíveis que podem servir de inspiração para criar o próximo look.
A exposição “Arquitectas da Nossa Casa”, organizada pela Secção Regional do Centro da Ordem dos Arquitectos, reúne 69 projetos de arquitetas de todo o país e parte da seguinte questão: Qual o papel das mulheres na Arquitetura e que desafios ainda persistem?
“Segundo dados da Ordem dos Arquitetos, ao longo das décadas, as mulheres têm conquistado espaço na profissão, representando, em 2022, 46% dos arquitetos inscritos na Ordem dos Arquitectos. Esta percentagem, que iguala a média europeia, traduz-se em mais de 9.700 mulheres no exercício da profissão”, lê-se em comunicado.
Exposição “Arquitectas da Nossa Casa”
“Arquitetas da Nossa Casa é muito mais do que uma exposição; é um testemunho vivo da riqueza, diversidade e profundidade das práticas arquitetónicas desenvolvidas por mulheres em Portugal”, diz Emilio Salazar, Managing Director da Roca Portugal. “Para a Roca, uma marca que exalta o mundo da arquitetura, é uma honra contribuir para tornar esta exposição itinerante, ampliando o seu alcance e promovendo uma reflexão essencial sobre a representatividade e a diversidade na arquitetura contemporânea.”
Exposição “Arquitectas da Nossa Casa”
“Hoje, mais do que nunca, é essencial dar visibilidade ao papel das mulheres na arquitetura, não apenas como um reconhecimento do caminho já percorrido, mas como um compromisso com o futuro. Esta exposição é um espaço de celebração mas também um convite à ação: para continuarmos, juntos, uma estrada mais inclusiva, onde a diversidade seja reconhecida como força e não como exceção”, sublinha Liliana Moniz, vice-presidente do Conselho Diretivo Regional da Ordem dos Arquitectos.
A mostra “Arquitectas da Nossa Casa” está patente até ao dia 9 de maio na Roca Lisboa Gallery.
Dono de uma personalidade e opiniões vincadas, tem no amor e na família o seu ponto frágil. Procurando por momentos conter a emoção, que rapidamente disfarça com um sorriso, Cláudio Ramos fala em exclusivo à CARAS sobre a fase feliz que vive. Despe-se do papel de apresentador e é apenas um alentejano que planeia regressar por inteiro às suas raízes nos próximos anos. A principal cara dos maiores programas de entretenimento da atualidade na TVI está pronta para abrandar o ritmo profissional e viver uma nova paixão. Mas não ainda para ser avô.
– Em alturas de bastante trabalho, consegue arranjar tempo para si?
Cláudio Ramos – Sou muito disciplinado. É preciso fazer um esforço para tentar chegar a todo o lado e ter a noção de que é uma fase. Não é fácil, principalmente para quem está perto de mim, que durante este momento fica mais em segundo plano, mas também estou convencido de que ficam orgulhosos do meu caminho.
– Sente que perde algumas coisas?
– Óbvio! Acaba-se o teatro, o cinema, os livros, os jantares de amigos, o silêncio do Alentejo, algum tempo com a [filha] Leonor. Tudo coisas de que preciso para sentir-me bem. Estou confiante de que, no futuro, vai valer a pena.
– Por falar na Leonor, ela tem 20 anos. Enquanto pai, que conselhos lhe dá?
– A Leonor é uma menina, já quase mulher crescida, muito justa e entendida do mundo que a rodeia. Conversamos muito, mas isso é algo que fazemos desde sempre. É muito consciente do meio que a rodeia e focada no seu caminho. Os conselhos que lhe dou, acredito que são os mesmos que qualquer pai ou mãe daria ao filho, quando lhe deseja o melhor.
“Sou um pai atento e sempre fui presente. Eu e a Leonor temos uma excelente sintonia.”
– Que pai é?
– Sou um pai atento e sempre fui presente. Não entendo de outra maneira. Sou o pai dela, nunca pretendi ser o melhor amigo. Ela terá os seus amigos, mas sou, seguramente, a pessoa com quem ela pode falar sobre o que for e tenho a certeza que o fará sempre, sem receios. Temos uma excelente sintonia. Nos dias que correm, o importante é estar e ser presente.
Fotos: Rui Valido e Diogo Navy
– Sente-se pronto para, um dia, ser avô?
– Não penso nisso. A Leonor tem um caminho pela frente, é senhora e dona do seu caminho. Eu, a mãe e todos estamos aqui para abraçar as suas escolhas.
– Gostava de ter mais filhos?
– Nunca quis ter mais filhos. Sempre quis ser pai, tive a sorte de ter a Leonor, que me realiza muito e deixa francamente feliz. A Leonor não vive a arrelia de ser filha única.
“A minha parte amorosa fica fechada num lugar a que eu tenho direito.”
– Há muito que o público não lhe conhece um namorado. Voltou a apaixonar-se?
– Há muito tempo que resolvi que essa parte da minha vida fica fechada num lugar a que eu tenho direito. Já mostro muito sobre mim todos os dias, não acho que acrescente alguma coisa eu expor mais. Preciso desesperadamente de ter coisas que são só minhas. E, por isso, há muito que decidi que esse canto da minha vida é só meu e dos mais próximos. É uma forma saudável de viver o mediatismo, e estou convencido de que o público entende. E assim protejo quem deve ser protegido.
– Há alguém para “proteger” nesse sentido? Está apaixonado?
– Seja qual for a resposta que dê, isso vai levantar outras questões. Se estou, é porque estou. Se não estou, porque é que não estou… Sobre a minha vida pessoal e privada, e enquanto eu entender, ninguém saberá nada. Nem sinto que tenham de saber.
– O que é preciso um homem ter para o conquistar?
– Preciso sentir confiança, sentido de humor e objetivos.
– Gostava de voltar a casar-se?
– Não penso nisso. Mesmo!
– O exercício regular passou a ter grande importância na sua vida. Por questões de saúde ou pelo físico que desejava ter?
– No começo, é pela vaidade de conseguir um determinado objetivo, mas à medida que vamos “crescendo” percebemos que é algo fundamental para a nossa saúde. Não gosto de treinar, ao contrário do que toda a gente possa pensar, mas sei que me faz falta e é importante que o faça quatro vezes por semana. Estou convencido de que, se não fosse isto, não estaria tão apto a enfrentar este registo de trabalho. Claro que sou muito bem acompanhado pelo personal trainer Bernardo Galvão, que me dá uma segurança imensa.
Fotos: Rui Valido e Diogo Navy
– Como cuida da sua saúde mental?
– Faço terapia com psicólogo. Agora, com o ritmo que levo, abrandou um pouco. Mas o fundamental é olhar-me todos os dias ao espelho e perceber quem sou de verdade, o que quero da vida e que caminho é este que estou a fazer. É importante esvaziar todos os dias o ego e não ligar ao que os outros pensam a meu respeito. Ninguém me conhece tão bem quanto eu. A luta diária é manter-me assim, mesmo que muita gente ache o contrário.
– As críticas magoam-no?
– Ligo zero! Desde que apresentei o Big Brother 2020 que deixei de me preocupar. Não ligo a comentários nas redes sociais, a crítica negativa gratuita não me preocupa nada. Até devo dizer que me incomoda imenso que colegas meus vivam inquietos com o que se escreve deles nas redes sociais e valorizam imenso isso. Era o que faltava, que alguém num teclado decidisse o que faço ou deixo de fazer. Deus me livre!
“A idade dá-me que pensar, especialmente depois dos 50. Muitas vezes penso que pode ser uma condicionante. A nossa mente nem sempre é a nossa melhor amiga.”
– Não é um tema que muitos homens falem, mas como encara o avançar da idade?
– Não lido muito bem. A idade é uma coisa boa, porque significa que estamos cá. Melhor ainda se tivermos saúde e na plenitude das nossas faculdades. Mas não nego que a idade me dá que pensar, especialmente depois dos 50. Tenho tanta coisa na cabeça e muitas vezes penso que a idade pode ser uma condicionante. Espero que não seja (e não tem sido), mas a nossa mente nem sempre é a nossa melhor amiga nesse aspeto. Não é tudo um mar de rosas.
– Tem muitos amigos no mundo da televisão?
– Não. Não chegam aos dedos de uma mão aqueles a quem posso ligar a qualquer hora do dia e chorar se for preciso. Sempre tive claro que os meus amigos (tenho muito poucos) estão na minha base. Mas criei laços fortes, pessoas em quem posso confiar e que me fazem falta.
– Continua a achar que é “um meio mal frequentado”, como chegou a afirmar?
– Muito mal frequentado, mas é pena. Porque é bonito. Acho que é assim em qualquer profissão, no entanto, esta tem muitos egos. E o ego é o maior inimigo de qualquer profissional.
– Mantém o desejo de mudar-se para o Alentejo e afastar-me da televisão?
– Nesta década dos 50 anos, quero afastar-me, não me reformar. Desejo retirar-me da escravidão dos horários e obrigações. Quero aproveitar a vida, abrandar significativamente, mas continuar na televisão, se quem decide assim o entender. Quero viajar, namorar, escrever, ler, ver coisas e lugares sem a pressa do relógio.
– Qual o melhor conselho que já lhe deram?
– Há muitos anos, um padre disse-me: “Se acreditas vai, mesmo que o resto do mundo não acredite. Se acreditas, vai.” E vim. Mesmo que apenas eu acreditasse, viria.
– Alguma vez se deslumbrou com a fama?
– Não acredito, não mesmo. A minha educação e estar tão enraizado no meu Alentejo não me deram espaço para isso. Nem os meus amigos deixariam que tal acontecesse.
– Além da família, o que o Alentejo tem de especial que não encontra em Lisboa?
– A minha casa, o cheiro da terra quando chove, o cantar dos pássaros, o pôr do sol, as pedras da calçada que me viram crescer, a praça onde brinquei, a escola onde aprendi, as pessoas.
“Fiz as pazes todas com o passado. Não tenho nenhuma arrelia.”
Fotos: Rui Valido e Diogo Navy
– Fez as pazes todas com o passado?
– Todas! Não tenho nenhuma arrelia com o passado. Chego a ser-lhe grato, porque se ele não tivesse sido como foi, eu não era como sou.
– Vive sereno ou tem algum arrependimento?
– Terei alguns, mas não adianta esgravatar numa coisa que passou. Se conseguir tirar alguma aprendizagem, já valeu a pena.
– Em 2022, fez uma cardioversão elétrica [na sequência da fibrilhação auricular]. O seu problema de coração está controlado?
– Estou supercontrolado nesse sentido e faço a vida que qualquer um pode fazer. Tenho a consciência dos meus limites e sou vigiado por uma equipa maravilhosa.
Styling: Pedro Aparício e Leonor Carvalho Maquilhagem: Lígia Bento
Marcelo Rebelo de Sousa condecorou, no dia 5 de março, no Palácio de Belém, o ator e apresentador Fernando Mendes com o grau de Comendador da Ordem do Mérito, assinalando as suas mais de quatro décadas de carreira.
“Esta distinção reconhece não só a sua notável carreira como ator, comediante e apresentador de televisão, mas também o impacto positivo que tem tido ao longo dos anos na vida dos portugueses. Uma homenagem à altura de quem, com carisma, talento e generosidade, conquistou um lugar especial na história e no coração de todos nós”, refere a Presidência da República.
Nas redes sociais, o ator e apresentador do programa O Preço Certo, de 61 anos, mostrou-se agradecido.
“Tratando-se de um reconhecimento da minha longa carreira, não posso esquecer quem me inspirou, agradecer quem me apoiou, celebrar quem me orientou e motivou, lembrar quem me acompanhou e exaltar quem, ainda hoje, faz de mim um homem feliz. Aos meus saudosos pais, aos meus maravilhosos filhos e restante família, a todos os meus colegas com quem partilhei o palco e estúdios de televisão, a toda a equipa d’O Preço Certo, às amizades que fui criando por todo o país, sobretudo aos amigos mais chegados que presenciaram esta cerimónia. E por fim, sua Excelência, o Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa. Espetáculo!”
As apresentadoras Bárbara Guimarães e Catarina Furtado marcaram presença na antestreia do documentário The Final Copy of Ilon Specht, do realizador Ben Proudfoot, vencedor de dois Óscares, após o qual fizeram uma reflexão sobre o impacto feminino na publicidade e na cultura global num debate moderado pela jornalista Mafalda Anjos, no qual participou ainda Silvia Macedo, diretora-geral da L’Oréal Paris Portugal.
O documentário retrata a história fascinante de Ilon Specht, a copywriter que, em 1971, criou o icónico slogan “Porque eu mereço”. Com apenas 3 palavras, Specht não só reinventou as regras da publicidade, mas também lançou um poderoso manifesto feminista que ecoa até aos dias de hoje. Este slogan, concebido numa época dominada pela perspetiva masculina, deu às mulheres uma nova linguagem para expressarem confiança, autonomia e valor próprio.
O percurso de Ilon Specht na agência McCann iniciou-se no final da era “Mad Men”, um período em que as decisões eram tomadas por homens, que definiam produtos e mensagens para o público feminino. Ilon destacou-se como uma das raras mulheres na indústria publicitária da altura a desafiar essas normas. Ao insistir numa abordagem genuinamente feminina para a campanha da L’Oréal, enfrentou o status quo e mostrou que as mulheres têm uma visão própria, poderosa e impactante.
Conhecidas defensoras dos direitos das mulheres e da igualdade de género, Bárbara Guimarães e Catarina Furtado destacaram-se como exemplos de empoderamento feminino no evento. Ambas expressaram admiração pela coragem de Ilon e pelo legado que esta deixou, inspirando gerações de mulheres a acreditarem no seu valor e a lutarem pelos seus objetivos.
Para Catarina, “é emocionante perceber como uma simples frase pode transformar vidas, como Ilon Specht ousou fazer”. Bárbara sublinhou o impacto social do slogan, lembrando que a frase “Porque eu mereço” transcende o contexto da publicidade, transformando-se num grito de autoconfiança e emancipação feminina.
The Final Copy of Ilon Specht relembra o caminho árduo das mulheres que desafiaram o poder estabelecido e pavimentaram o caminho para uma sociedade mais igualitária. Ilon Specht é uma inspiração para as gerações atuais e futuras, provando que, com determinação e convicção, é possível mudar não só uma indústria, mas o mundo.
A princesa foi diagnosticada com fibrose pulmonar em 2018 Foto: @detnorskekongehus
Casa Real da Noruega emite comunicado sobre a saúde de Mette-Marit, que se agravou nas últimas semanas.
A família real norueguesa vive tempos dificéis. Enquanto a investigação sobre Marius Borg Hoiby, filho da princesa,avança e o rei Harald não se encontra bem devido à idade avançada, a Casa Real viu-se obrigada a partilhar uma declaração urgente sobre o estado de saúde de Mette-Marit, que sofre de fibrose pulmonar, uma doença crónica que progrediu.
“A princesa herdeira tem sintomas diários que afectam a sua capacidade de desempenhar as suas funções. Precisa de mais descanso e a sua rotina diária está a mudar mais rapidamente do que antes. Isto significa que as mudanças na sua agenda oficial podem ocorrer com mais frequência e num período de tempo mais curto do que estamos habituados”, pode ler-se na nota divulgada pelo Palácio Real de Oslo.
Esta declaração, na qual se avança que a futura rainha estará mais vezes afastada dos compromissos oficiais, reforça uma ideia que se está a instalar gradualmente na Noruega, a de que, no futuro, o principal apoio de Haakon enquanto soberano será a sua filha, a princesa Ingrid, a primeira mulher que irá reinar no país.
Mette-Marit na visita ao Hospital Ullevål, em Oslo Foto: Ole Berg-Rusten, NTB
No entanto, e apesar da sua saúde frágil, Mette-Marit, de 51 anos, tem “um forte desejo de continuar a trabalhar“, pelo que a sua agenda será organizada de forma a conseguir “combinar o estado de saúde com o seu trabalho.”
Esta notícia coincide com uma altura em que parecia que a princesa estava novamente a envolver-se mais nos compromissos oficiais. Há menos de uma semana, esteve ao lado da rainha Sonja e do príncipe Haakon, a receber o rei Carl Gustaf da Suécia nos Campeonatos Mundiais de Esqui em Trondheim e vinte e quatro horas antes da publicação desta declaração, participou numa visita no Ullevål, o maior hospital de Oslo, onde viu, em primeira mão, os benefícios do riso e do otimismo, promovidos por um grupo de palhaços profissionais.
Mette-Marit sempre falou abertamente sobre o diagnóstico de fibrose pulmonar e, em 2023, no seu 50.º aniversário, contou à NRK, a televisão pública nacional como era viver com uma doença crónica. “Para quem vive com algo assim, que é pouco visível, pode ser difícil, porque quando as pessoas não veem, é mais difícil de entender. Aprendi a respeitar aqueles que estão nessa situação e a ver o lado positivo. É uma oportunidade de viver um pouco mais devagar e descobrir o que te dá energia e o que te tira”, disse.
Casa real da Noruega emite comunicado sobre a saúde de Mette-Marit