Ingredientes

• 15 ovos
• 15 gemas de ovo
• 200 g de açúcar
• 400 g de manteiga
• 1 kg de chocolate de caramelo
• 270 g de farinha

Preparação

Começar por bater as gemas com os ovos e o açúcar. À parte, derreter o chocolate com a manteiga em banho-maria. Assim que estiver derretido, juntar o chocolate ao primeiro preparado. De seguida, adicionar a esta mistura a farinha peneirada, envolvendo-a com um salazar. Por fim, distribuir a mistura por 15 formas pequenas e levar ao forno a 200ºC durante 6 a 7 minutos.

por “chef” Milton Ferreira
Restaurante Rabelo, Vintage House Hotel

Fotos: D. R.

Ingredientes

Beterraba assada:
• 1 kg de beterraba
• Azeite a gosto
• Alecrim a gosto
• Alho a gosto

Puré de beterraba:
• 1 kg de beterraba
• 50 g de alho
• 300 ml de azeite
• Salva a gosto
• Pimenta a gosto

Pickle de beterraba:
• 1 Kg de beterraba
• 300 ml de vinho branco
300 ml de vinagre de vinho branco
300 ml de vinagre de arroz
• 170 g de açúcar
• Cravinho a gosto
• Louro a gosto
Sementes de coentros a gosto
Pimenta preta em grão a gosto
Zimbro em grão a gosto

Preparação

Beterraba assada: Começar por assar a beterraba, embrulhada em prata e temperada com ervas aromáticas e azeite, durante uma hora a 160ºC. Retirar, depois, a pele à beterraba e cortar em fatias. Levar um pouco ao lume, numa frigideira, com um toque de azeite e flor de sal.

Puré de beterraba: Cozer a beterraba em azeite, alho, sal e pimenta. Deixar confitar durante uma hora, a 160ºC. No fim, passar a puré até obter uma textura cremosa.

Pickle de beterraba: Descascar a beterraba e laminá-la finamente, como se de uma batata chips se tratasse. Para fazer a calda de pickle, ferver a beterraba com vinho branco, vinagre de vinho branco, vinagre de arroz, açúcar, cravinho, louro, sementes de coentros, pimenta preta em grão e zimbro em grão durante 5 minutos. Deixar macerar durante um dia.

Empratar todos os diferentes elementos de forma harmoniosa. Pode acompanhar as diferentes texturas de beterraba com iogurte kefir.

por “chef” Milton Ferreira
Restaurante Rabelo, Vintage House Hotel

Fotos: D.R.

Foto: Luís Coelho

De regresso de uns dias de descanso e lazer no calor do México, Lourenço Ortigão marcou presença no evento que a SIC realizou para apresentar as novidades do canal, assumindo que agora é que vai “começar a ligar os motores” e pensar em novos projetos “sem pressa”.

Para  o ator, de 35 anos, as últimas se-manas de dezembro e a primeira de janeiro, terminada a novela A Promessa, na qual é um dos protagonistas, foram apenas dedicados à família. Foi ao lado de Kelly Bailey e do filho de ambos, Vicente Blue, de 1 ano, que recebeu 2025, como mostrou através de imagens ternurentas partilhadas nas suas redes sociais. “As férias foram muito boas. Precisávamos de ir para o calor e de tempo em família e correu tudo muito bem. Foi exatamente como queríamos”, disse. E adiantou ainda: “O ano passado foi de muito trabalho para mim e para a Kelly e foi importante estarmos os três sem pensar em mais nada para além de nós, estarmos juntos, namorarmos. Desfrutámos muito destes dias só a três”.

“Enquanto não tenho nenhum projeto, estou com ele [filho]. Houve um período em que foi a Kelly quem esteve mais presente, agora vou ser eu.”

Com Vicente ainda em casa – creche só quando for mais velho – este tempo em que não se encontra a trabalhar, será sobretudo dedicado ao filho. “Temos ajuda, mas enquanto não tenho nenhum projeto, estou com ele. Houve um período em que foi a Kelly quem esteve mais presente, agora vou ser eu”, admitiu.

O tempo a dois é sempre bem passado. “Ainda não dá para irmos juntos ao futebol, porque ele não tem 3 anos, embora já tenha um lugar no estádio ao meu lado. Para já, é deixá-lo crescer. Enquanto isso, vamos ao parque e fazemos coisas os dois o mais possível.”

Foto: José Oliveira

É uma nova Alexandra Lencastre. Elegante, confiante e leve, a caminhar para os 60 anos, que celebrará a 26 de setembro. “Eu estava a sofrer com o aumentar de peso, mas grande parte do meu volume era retenção de líquidos”, começa por contar a atriz, revelando ainda o seu segredo para recuperar a boa forma física: “Bastou fazer uma compensação hormonal que não tinha feito na altura em que entrei na menopausa. Trata-se apenas de uma pílula que se toma todos os dias.”

“Tento não comer hidratos de carbono e doces. Em relação à fruta, escolho a que tem menos açúcar.”

O tratamento de emagrecimento é acompanhado de uma dieta, que de resto já tinha iniciado antes, como explica: “Tento não comer hidratos de carbono e doces. Em relação à fruta, procuro escolher a que tem menos açúcar. Mas não estou proibida de comer umas uvas se me apetece ou uma banana, que é extremamente energética. Se durante o dia, nas gravações de A Protegida [nova novela da TVI], sentir alguma fraqueza, eu como uma banana que me dá energia e fico com menos fome ao jantar.”

Alexandra Lencastre está encantada com a nova imagem. “Já perdi 12 quilos e noto quer no corpo, quer no rosto. Tive a sorte de ir ao sítio certo, ou seja, a clínica LMR, onde sou acompanhada pela dra. Carolina Lalanda.

Foto: Luís Coelho

O novo ano começa com desafiantes projetos profissionais para Cláudia Vieira, que será uma das grandes apostas da SIC na área da ficção.

A atriz, de 46 anos, prepara-se para regressar aos papéis de protagonista numa das próximas novelas do canal, como foi anunciado na apresentação da nova grelha da estação, que decorreu no Hotel Vila Galé Collection Palácio dos Arcos. “É sempre uma grande responsabilidade encabeçar um projeto e este não é um qualquer. Tenho um projeto em mãos daqueles de dar um friozinho no estômago”, disse, entusiasmada. “É uma história muito bonita, intensa. A minha personagem é uma mulher fortíssima, com características de luta, de drama, que é também o que as pessoas amam numa novela. Ou seja, o oposto da minha pessoa. Não quero imaginar o que é uma mãe ter de lutar pelos filhos. Acho que é uma das maiores lutas que podemos ter nas nossas vidas”, adiantou ainda.

Foto: Luís Coelho

Para se fortalecer e ganhar energia antes do arranque das gravações em março, Cláudia viajou com o companheiro, João Alves, e as filhas, Maria, de 14 anos, do anterior relacionamento com Pedro Teixeira, e Caetana, de 5, para o México, de onde regressou recentemente. “Marquei a viagem rapidamente quando percebi o desafio que aí vinha. Dou primazia à família, por isso entre trabalho e família vai sobrar muito pouco tempo. Estou a preparar-me psicologicamente para essa nova fase.”

Apesar da chuva torrencial dos primeiros dois dias, tanto ela como a família aproveitaram o calor e o tempo a quatro num destino que não conheciam. “O nosso objetivo que era termos uns dias de sol, repor energias e estarmos juntos. Achava que ia ter uns dias com mais ‘movida’, que ia ter mais contacto com a cultura, mas era uma zona turística. Bebi umas boas margaritas”, contou, bem-disposta como sempre.

Foto: Luís Coelho

O ano de 2024 foi cansativo, mas muito produtivo para Martim Sousa Tavares, de 33 anos. Um livro, um programa televisivo, um podcast, desafios no teatro e na música, o seu casamento com Ana Ribeiro e a mudança de cidade foram alguns dos frutos que colheu ao longo dos últimos 12 meses. Fechou o ano com chave de ouro, concretizando o desejo apresentar ao público o concerto teatral Speak Low, uma carta de amor do maestro a Kurt Weill, um dos seus ídolos. Foi precisamente por isso que a CARAS foi ao seu encontro, no Teatro São Luiz, em Lisboa, onde a récita, que conta com o desempenho de Catarina Wallestein, esteve em cena.

– Levar a cabo este espetáculo era algo que desejava há muito tempo?

Martim Sousa Tavares – Sim. Eu sempre quis fazer algo em forma de declaração de amor ao Kurt Weill e já tinha tentado até, de forma humilde, fazê-lo em alguns programas de rádio dedicados a ele. Conheço a Catarina [Wallestein] há muitos anos e já tínhamos esta ideia de colaborar, de fazer qualquer coisa juntos. Pensei que agora podia juntar tudo e escrever um espetáculo sobre Kurt Weill para a Catarina. E tinha de ser para ela porque tinha de ser alguém que estivesse completamente em casa no mundo da representação, mas também a ler partituras, com uma formação clássica para estudar as canções. Alguém que além de representar, sabe o que é um dó sustenido, o que é um si bemol.

– Não havia grandes opções, então.

– Na verdade, são muito poucas as pessoas com esse “pacote” completo. Já tinha vontade de fazer alguma coisa com a Catarina e, portanto, sondei-a, ela disse que sim e escrevi o texto. Imaginei o espetáculo, escolhi as canções, fez-se o arranjo delas todas num trabalho de alfaiate porque isto é mesmo para a voz da Catarina. E assim nasceu esta carta de amor a este homem que eu acho incrível, não só música dele, mas a vida também.

– Começou com três récitas, que esgotaram o São Luiz, mas certamente as apresentações não se ficam por aí…

– Sim, soube a muito pouco. Esgotou em minutos! Temos tido outros teatros interessados, agora é preciso também conjugar com a disponibilidade da Catarina, que é uma jovem mãe que não vive em Portugal. Mas temos a certeza de que o espetáculo vai circular. E queremos muito.

– À parte deste, que outros projetos tem tido em mãos, e o que é que está a preparar para 2025?

– Agora em janeiro tive uma série de concertos de Ano Novo. É sempre um mês muito intenso na música clássica, em que ando por todo o país com espetáculos, mas assim o grande projeto para este ano é, na verdade, conseguir trabalhar menos. Mudei-me para Évora este verão, era um projeto de vida meu e da minha mulher e, portanto, aquilo que estamos a tentar fazer agora é aprender a dizer “não”, sobretudo eu, que manifestamente trabalho demais.

– Sente necessidade de ter mais tempo para si e dar mais atenção à sua vida pessoal?

– Sim, mas acima de tudo queria conseguir entrar numa fase um bocadinho mais saudável. Por isso mesmo até saí de dois projetos também relacionados com teatro, onde ia estar a fazer a direção musical. Gosto muito daquilo que faço e, a certa altura, dou por mim a trabalhar 13 ou 14 horas por dia. E isso não é bom. Portanto, o meu principal objetivo e o meu grande projeto é mesmo esse: abrandar o ritmo.

– Mas, por exemplo, o facto de estar mais longe de Lisboa não implica um desgaste maior por causa das viagens?

– Eu tento otimizar as minhas vindas a Lisboa. Ou seja, por exemplo, em relação ao programa da RTP3 Duas Pessoas a Fazer Televisão, que vai para o ar todas as semanas, conseguimos gravar dois episódios de seguida. Tenho o podcast Encontro com a Beleza na Rádio Observador todas as semanas, mas é gravado uma vez por mês. Desta forma, tenho conseguido ganhar alguma resistência a vir a Lisboa. Já vou dizendo às pessoas que vivo no Alentejo, portanto não posso ir a Lisboa “por dá cá aquela palha”. E, devo referir, o meu trabalho felizmente é um bocadinho por todo o país: a Orquestra Sem Fronteiras é no Interior, a Orquestra do Algarve é no Algarve, as coisas mais mediáticas, televisão e rádio são em Lisboa e também faço muita coisa no Porto e em Braga. Na prática, vou estando por todo o lado

Foto: Luís Coelho

– E porque é que escolheu Évora para viver?

– Tenho uma paixão pelo Alentejo e por essa cidade em especial. Gosto do tipo de vida, da qualidade de vida, não tenho raízes nenhumas lá, simplesmente apaixonei-me em miúdo e concretizei um desejo que tinha há muito.

– A sua mulher partilha dessa paixão por Évora?

– Ela é do Norte, não conhecia muito bem o Alentejo, mas começou a ir comigo e, tal como eu, gostou muito daquilo e a verdade é que basta experimentar e a pessoa já não quer outra coisa, pelo menos connosco foi assim. E há outro aspeto: em Lisboa o mercado imobiliário está completamente louco e o poder de compra é muito diferente nas duas cidades. A casa que nós temos em Évora, se fosse em Lisboa, nem com duas vidas a trabalhar a conseguiríamos comprar. Portanto, tudo isso pesa. Évora é uma cidade mais acessível para viver, para sairmos com o nosso cão, para passear, para aproveitar. Tem ótima comida, ótimo clima.

– Saiu de uma zona urbana para uma zona rural?

– Não, na verdade, até estamos no centro histórico de Évora, que é lindo de morrer. Para ter uma ideia, a nossa casa tem um jardim, cujo limite é a muralha do Castelo de Évora. Portanto, estamos protegidos quanto à invasão dos espanhóis quando eles quiserem vir [risos]. Isto para dizer que Évora está rodeada de campo, mas nós até estamos na cidade, portanto, temos os serviços todos de uma zona urbana, não falta absolutamente nada. E vivemos com esta paz de saber que em 5 minutos estamos na ecopista e podemos ir a pé até Arraiolos se quisermos.

– Sente que encontrou um equilíbrio perfeito?

– Ainda não cheguei ao ponto ideal. A minha mulher está sempre a perguntar quando é que eu começo a estar uma semana inteira em casa, porque nós mudámo-nos em agosto e eu já tinha muitas coisas marcadas em Lisboa até ao fim do ano passado e início deste que começou.

Foto: Luís Coelho

– Sai de Lisboa desiludido com a cidade?

– Estava numa situação de muito desgaste. Já não reconheço esta cidade. Muitas vezes parece que tudo é uma luta. E está muito cara, muito caótica, muito cheia de gente. Agora, depois de sair, consigo aproveitar a cidade com mais prazer. Por exemplo, vim sem carro, portanto não estou preocupado se estacionei bem ou mal. Vou de metro, passeio pelo Chiado e faço-o de uma forma que antes não fazia.

– Foi jurado do Ídolos em 2022. Faz parte dos seus objetivos voltar a participar num programa de entretenimento?

– Fui novamente convidado, mas não achei que fizesse sentido aceitar dessa vez. A minha relação com a televisão tem sido curiosa. A minha primeira experiência foi no Ídolos, ou seja, um programa de grande audiência transmitido em prime time [horário nobre]. Depois, um programa autoral na RTP 2, algo mais de nicho, de informação cultural pura e dura. E agora este late night show na RTP 3 e estou-me a divertir muito. Portanto, para mim, a televisão tem sido mais uma forma de, pontualmente, tentar fazer algo diferente.

– Há alguma coisa que gostasse, efetivamente, de levar a cabo, a nível profissional ou até pessoal em 2025?

– Há um projeto que eu espero tirar do bolso e talvez 2025 seja um bom ano para isso: pretendo gravar um disco com algumas músicas ao piano.

Ambiente com propostas da Pierre Frey.

No coração da curadoria eclética está a capacidade de misturar elementos de design distintos, provenientes de épocas, materiais e inspirações diversas, resultando em espaços que são verdadeiras expressões de criatividade e personalidade. É o caso de um ambiente onde o candeeiro de inspiração vintage lança uma luz suave sobre o sofá redondo, assinado pelo estúdio Bartoli Design, cuja silhueta orgânica convida ao conforto e à contemplação. Curadoria eclética

O pufe da Missoni Home acrescenta um toque de textura e cor, criando um contraste visual que é equilibrado pelo toque sofisticado da vela da Baobab Collection, que não só ilumina, mas também perfuma o espaço com aromas exclusivos. Para complementar, uma mesa de apoio desenhada por Patricia Urquiola combina funcionalidade e design contemporâneo.

Os candeeiros da Roche Bobois criam pontos de luz estrategicamente colocados, enquanto o centro de mesa em vidro soprado à mão transforma-se numa obra de arte, que reflete luz e adiciona um toque de delicadeza artesanal. A presença marcante da poltrona de edição limitada, assinada pela designer Lorenza Bozzoli, é a prova de que uma única peça pode ser a identidade do espaço, tornando-o memorável e único.

Ao reunir peças como estas, a essência da curadoria eclética revela-se: um diálogo harmonioso entre estilos distintos que, juntos, criam ambientes ricos, acolhedores e absolutamente originais. Ao reunir peças como estas, a essência da curadoria eclética revela-se: um diálogo harmonioso entre estilos distintos que, juntos, criam ambientes ricos, acolhedores e absolutamente originais. Ao reunir peças como estas, a essência da curadoria eclética revela-se: um diálogo harmonioso entre estilos distintos que, juntos, criam ambientes ricos, acolhedores e absolutamente originais. Ao reunir peças como estas, a essência da curadoria eclética revela-se: um diálogo harmonioso entre estilos distintos que, juntos, criam ambientes ricos, acolhedores e absolutamente originais.

O projeto consistiu na conversão e reabilitação das áreas existentes do antigo convento, assim como da (re)construção de três edifícios de raiz.

O Locke de Santa Joana, que resulta da conversão e reabilitação do Convento de Santa Joana, datado do século XVII, marca a estreia do grupo hoteleiro britânico Locke Hotels em Portugal.

O Locke de Santa Joana conta com 370 unidades de alojamento (entre apartamentos, quartos de hotel, penthouses e suítes).

O projeto de design de interiores, com a assinatura dos estúdios Lázaro Rosa-Violán (responsável pelas áreas sociais comuns) e Post Company (pelos quartos), procurou valorizar a aliança entre o património histórico do antigo convento e a contemporaneidade aplicada ao novo hotel lisboeta.

Os estúdios de design de interiores Lázaro Rosa-Violán e Post Company colaboraram na criação e transformação do Locke de Santa Joana.

O Locke de Santa Joana, que mistura o antigo e o novo, o passado e o presente, oferece 370 unidades de alojamento, distribuídos por nove pisos, e várias comodidades (ginásio, café com espaço de cowork, bares).

Lá fora, destaque para a piscina exterior.

A oferta gastronómica do Locke de Santa Joana inclui os restaurantes Santa Marta (com vista para a piscina exterior) e Santa Joana (com carta desenvolvida pelo chef e diretor criativo Nuno Mendes, em parceria com a White Rabbit Projects).

FOTOS: Francisco Nogueira

House of Capricorn

Com um foco na herança artesanal portuguesa e no saber fazer que é transmitido de geração em geração, a House of Capricorn, nova marca do Amorim Luxury Group, com uma coleção já disponível nas lojas Fashion Clinic Home e em FashionClinic.com, dedica-se à valorização e preservação deste legado, trazendo o melhor do artesanato tradicional para um contexto de design de luxo.

House of Capricorn

A marca combina inovação e tradição de forma singular, dando a conhecer peças do imaginário coletivo português, agora ao alcance de uma audiência internacional. Recentemente, a House of Capricorn marcou presença na Maison & Objet, em Paris, onde divulgou a sua primeira coleção. O evento representou um passo importante na consolidação da marca e marcou o início do seu processo de internacionalização.

Nesta coleção cada objeto e têxtil contam uma história. Entre as peças disponíveis, o público pode admirar trabalhos exclusivos que incluem bordados de Viana e Guimarães, tecelagem em tear e vime, entre muitos outros. Esta é também uma oportunidade para divulgar artistas e artesãos e preservar técnicas tradicionais que representam o saber fazer português e a herança de um país. House of Capricorn

Nesta coleção cada objeto e têxtil contam uma história. Entre as peças disponíveis, o público pode admirar trabalhos exclusivos que incluem bordados de Viana e Guimarães, tecelagem em tear e vime, entre muitos outros. Esta é também uma oportunidade para divulgar artistas e artesãos e preservar técNesta coleção cada objeto e têxtil contam uma história. Entre as peças disponíveis, o público pode admirar trabalhos exclusivos que incluem bordados de Viana e Guimarães, tecelagem em tear e vime, entre muitos outros. Esta é também uma oportunidade para divulgar artistas e artesãos e preservar técnicas tradicionais que representam o saber fazer português e a herança de um país.nicas tradicionais que representam o saber f

Nesta coleção cada objeto e têxtil contam uma história. Entre as peças disponíveis, o público pode admirar trabalhos exclusivos que incluem bordados de Viana e Guimarães, tecelagem em tear e vime, entre muitos outros. Esta é também uma oportunidade para divulgar artistas e artesãos e preservar técnicas tradicionais que representam o saber fazer português e a herança de um país.azer português e a herança de um país.

Marius Borg, filho de Mette-Marit, regressa a Oslo acompanhado de nova namorada
Marius Borg é o filho mais velho de Mette-Marit, anterior ao casamento com Foto: Arquivo CARAS

Marius Borg, filho de Mette-Marit, regressa a Oslo, Noruega, acompanhado de uma nova namorada, depois de um período longe de casa para tratar os seus problemas de dependência.

Ao contrário do anterior, o início de 2015 tem sido tranquilo para a família real norueguesa no que respeita ao “caso Marius”.

O filho da princesa, de uma anterior relação, enfrenta uma longa lista de acusações que estão a ser investigadas, mas o interesse no caso diminuiu desde que Marius decidiu pôr fim aos seus problemas com drogas, entrando num centro de reabilitação no Reino Unido.

Mas nos últimos dias tudo mudou, pois o enteado do príncipe Haakon voltou para o seu país e não chegou sozinho: Tem uma nova namorada, que o acompanhou neste regresso a casa. Há fotos dos dois publicadas num meio de comunicação norueguês.

Foi pouco antes do seu 28º aniversário, que Marius aterrou no aeroporto de Gardermoen, vindo de um avião proveniente de Londres. “Ao seu lado, estava uma jovem com quem tinha passado algum tempo na capital britânica”, conta o Se og Hør, que adianta ainda que o contacto entre ambos começou antes de o filho da princesa partir para o Reino Unido, destino escolhido para a recuperação que começou a fazer no final do ano.

Marius Borg, filho de Mette-Marit, regressa a Oslo acompanhado de nova namorada
Mãe e filho durante umas férias em família
Foto: Arquivo CARAS

Ainda não se sabe se Marius Borg regressou à Noruega para ficar ou se se trata apenas de uma pausa no tratamento para celebrar o seu aniversário junto da família, prosseguindo depois o tratamento.

Enquanto isso, prossegue uma investigação complexa, que envolve seis vítimas, três das quais estiveram romanticamente envolvidas com ele e que o pode levar a ser acusado de violação.

Marius Borg, filho de Mette-Marit regressa a Oslo acompanhado de uma nova namorada