Foto: Luís Coelho

Conhecida do grande público como atriz e influencer, Júlia Belard afastou-se das novelas para se dedicar de corpo e alma à maternidade e à vida familiar com o marido, Francisco Sérvulo Correia. Agora, aos 36 anos, revela estar a redescobrir-se através da arte, da leitura e de uma autenticidade que a tornou próxima de milhares de seguidores, tal como revelou à CARAS na festa de inauguração das novas unidades hoteleiras do grupo Highgate, em Albufeira, onde esteve com o marido, piloto de aviação, e os filhos, Matias, de 8 anos, e Sebastião, de 2.

Uma entrevista para ler na CARAS desta semana.

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Foto: Divulgação SIC

Na apresentação da nova temporada da SIC, que decorreu no espaço A Estufa – Secret Spot, em Monsanto, Carolina Loureiro falou do seu próximo grande desafio profissional: dar vida a Alice, uma comissária da Polícia Judiciária que esconde uma vida dupla e uma perigosa adição, na novela Vitória, cuja estreia está marcada para o dia 22 de setembro. “É uma personagem muito bonita, competente e perspicaz, mas que, ao mesmo tempo, enfrenta um problema sério com o álcool. É um papel intenso”, contou a atriz, de 33 anos, revelando que, para se preparar para interpretar esta mulher complexa e entrar no universo da PJ, participou numa miniformação policial: “Aprendemos como deter uma pessoa, colocar algemas, segurar uma arma… Foi uma experiência muito enriquecedora.”

“Tirei a formação de ioga ao mesmo tempo que gravava a novela. Foram meses duros, mas estou feliz e orgulhosa.”

Em simultâneo com as gravações, que iniciaram em abril, a atriz concluiu ainda a sua formação em ioga: “Tirei a formação de ioga ao mesmo tempo que estava a gravar a novela. Foram meses duros, de muito trabalho, mas estou feliz e orgulhosa. Sou, oficialmente, professora de ioga.”

Foto: Luís Coelho

Com mais de três décadas de carreira na televisão, Bárbara Guimarães vive um dos capítulos mais serenos da sua vida. Depois de ultrapassar um longo processo judicial e um diagnóstico de cancro, a apresentadora encara os 50 com maturidade, determinação e uma nova forma de olhar para o futuro. Dividida entre os programas Irresistível e Temos de Falar, na SIC Mulher, e novos desafios profissionais que incluem viagens internacionais, Bárbara mostra-se confiante, centrada e com o coração entregue à família.

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Foto: Luís Coelho

Carolina Patrocínio contou com uma companhia especial na apresentação da nova temporada da SIC: a filha Diana, de 11 anos. De vestidos azuis a condizer e sapatos de salto pretos, mãe e filha mostraram-se cúmplices e divertidas, num momento que conquistou todos os presentes. Nas redes sociais, Carolina não resistiu ao humor: “Vejam só quem ajudou a apresentar as novidades da rentrée. Já me posso reformar. O primeiro evento SIC não se esquece.”

“A Diana esteve muito confortável de saltos. Ela adora brincar com a minha roupa.”

Foto: Luís Coelho

A apresentadora, que é uma das embaixadoras da campanha Dinheiro a Miúdo, uma iniciativa da SIC Esperança que pretende apoiar projetos em escolas públicas do 1.º ciclo, revelou que a escolha da filha mais velha para estar ao seu lado nesta campanha não foi por acaso: “Tenho três ‘mini-eus’ em casa, mas escolhi a Diana porque o texto era mais exigente e só ela estava à altura de o fazer. Se os irmãos ficaram chateados? Claro! Vou ter de arranjar outro programa para eles.”

Em fases distintas da vida e da carreira, Sara Matos, de 35 anos, e Daniela Ruah, de 41, cruzaram-se, pela primeira vez, no mesmo projeto e o resultado foi uma parceria que ambas descrevem como intensa, exigente e profundamente gratificante. As atrizes partilham o protagonismo em O Grito, a mais recente série de Leonel Vieira para a HBO Max,  distinguida com um prémio no Buenos Aires International Film Festival, que reconhece a sua ousadia temática e a qualidade artística da produção.

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Na apresentação da nova temporada da SIC, Júlia Pinheiro não escondeu o entusiasmo com o seu próximo desafio televisivo, Aldeia do Amor, que marca o regresso a um reality show. Entre novidades profissionais e a vida familiar preenchida, a comunicadora, de 62 anos, não tem dúvidas de estar a viver um dos momentos mais felizes da sua vida.

– Está entusiasmada com este regresso aos reality shows?

Júlia Pinheiro – Muito. Há 14 anos que não fazia um programa do género, desde Peso Pesado. O que mais me encanta é que nunca há nada previsível. Aldeia do Amor é um projeto novo, com uma escala de produção surpreendente. Fiquei esmagada com a dimensão e com a evolução tecnológica que encontrei.

– O que tanto a atrai neste género de programas?

– São pessoas absolutamente comuns, que vivem experiências inesperadas. Fascina-me vê-las descobrirem coisas sobre si próprias, questionarem-se, pararem para pensar. Gosto de conhecer as pessoas na sua autenticidade, na espontaneidade e imprevisibilidade.

Foto: Luís Coelho

– A nível pessoal, vive também uma fase muito feliz. Como é ser avó?

– É maravilhoso, fico babada e mostro fotografias em exagero, como qualquer avó. A chegada da Pilar, filha da Matilde, foi muito especial, porque durante muito tempo não sabíamos se ela poderia ter filhos. Como já disse publicamente, tínhamos muitas dúvidas que a Matilde alguma vez pudesse ter filhos, porque teve realmente doente muito tempo. Tudo indicava que não seria possível e, de repente, aparece-nos a Pilar, não programada, não projetada. E foi uma alegria extra para toda a família.

– Como descreve o seu estado de espírito atual?

– Muito feliz, muito bem-disposta e cheia de energia para este novo desafio.

Os reis Felipe VI e Letizia de Espanha incluíram na sua visita de Estado ao Egito um dos pontos turísticos mais emblemáticos do país: as pirâmides de Gizé. A passagem por este local histórico aconteceu fora da agenda oficial, mas tornou-se um dos momentos mais marcantes da viagem.

Já durante o almoço de Estado no Palácio de Al-Ittihadi, Felipe VI tinha manifestado interesse em conhecer o planalto onde se erguem Quéops, Quéfren e Miquerinos, património incontornável da civilização egípcia. O desejo concretizou-se com uma visita privada, acompanhada pelo presidente Abdel Fatah El-Sisi e pela primeira-dama, Entissar Amer El-Sisi.

Acompanhados pelos anfitriões egípcios, os monarcas espanhóis puderam observar de perto a imponência das pirâmides, detendo-se em particular diante da de Quéops, a maior das três, construída há mais de 4.500 anos. O cenário proporcionou fotografias que a Casa Real fez questão de partilhar e que rapidamente assumiram um caráter icónico, reforçando o simbolismo cultural e diplomático do encontro.

Foto: @The Prince and Princess of Wales

Durante o funeral da Duquesa de Kent, Kate Middleton prestou uma sentida homenagem à memória da rainha Isabel II ao usar o colar de pérolas japonesas. Depois desse momento solene, a princesa recorreu a uma peça icónica da joalharia da monarquia britânica: o emblemático alfinete de peito de penas da Princesa de Gales. Com esta joia a realçar o seu vestido, Kate recebeu, juntamente com o príncipe William, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a Primeira-Dama, Melania Trump, nos jardins do Castelo de Windsor. Esta escolha não foi feita por acaso — trata-se de uma joia com mais de 160 anos, adornada com diamantes, esmeraldas e rubis, que incorpora o símbolo heráldico das três penas de avestruz, reservado unicamente para a esposa do herdeiro da coroa.

Foto: @The Prince and Princess of Wales

Desde o passado mês de fevereiro, quando foi feito este convite sem precedentes, que Londres e Washington aguardavam este momento: a recepção que os reis Carlos III e Camila e os Príncipes William e Kate proporcionaram ao Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump e à Primeira-Dama, Melania Trump. O Castelo de Windsor, a residência favorita de Isabel II, voltou a transformar-se num cenário diplomático repleto de simbolismo e tradição. A recepção de hoje ficará para a história, pela excepcionalidade de, pela segunda vez, se convidar um chefe de Estado estrangeiro para uma visita de Estado. A monarquia reescreveu muitas das suas tradições, com o intuito de duplicar as honras, criando para a ocasião uma cerimónia sem precedentes.
Num contexto marcado pela necessidade de reafirmar alianças, Carlos III assume um papel fundamental como anfitrião e mediador.

Ingredientes

• 2 filetes de cavala
200 g de sal grosso
• 100 g de açúcar
• 2 raspas de limão
• 100 g de amêndoas
50 g de pão alentejano sem côdea
• 300 ml de água fria
• 2 dentes de alho
• 20 g de pepino
1 colher de chá de vinagre balsâmico
• 100 ml de azeite
• Óleo de chouriço q. b.
• Óleo de ervas q. b.
• Mel de cana q. b.

Preparação

Para fazer o ajo blanco, triturar as amêndoas e o pão num liquidificador e ir juntando a água aos poucos. Quando ficar homogéneo, juntar o pepino, o alho, o azeite, o vinagre e o sal.

Curar os filetes de cavala juntando o sal, o açúcar e as raspas de limão numa taça. Espalhar bem por cima dos filetes de cavala e deixar repousar durante 25 minutos.

Óleo de ervas: Triturar 200 g de ervas frescas e 200 ml de óleo neutro. Coar bem, de preferência com papel de cozinha durante a noite. Se ferver as ervas e colocar de imediato numa cuba com água e gelo e reservar, o óleo sairá mais verde e brilhante.

Óleo de chouriço: Saltear 50 g de chouriço de boa qualidade em 50 ml de azeite virgem extra e reservar.

Empratamento: Colocar o ajo blanco no centro do prato. Laminar a cavala em fatias muito finas, todas da mesma espessura e sem tirar a pele, dispondo as lâminas de forma intercalada. Colocar por cima o mel de cana, o óleo de chouriço e o óleo de ervas e servir.

por chef Gonçalo Bita Bota
Restaurante Oxalis

Fotos: D. R.