Os reis de Espanha, Felipe VI e Letizia, acompanhados pelas duas filhas, a princesa Leonor e a infanta Sofía, presidiram esta manhã ao Dia da Hispanidade, que este ano não contou com o habitual desfile militar, devido à pandemia. Este momento complicado que o mundo atravessa também obrigou a que o ato, que decorreu no Palácio Real, em Madrid, contasse com poucos convidados, tendo marcado presença, além da família real, alguns membros do governo, como o primeiro-ministro, Pedro Sánchez, e também o presidente da Câmara e a presidente da Comunidade de Madrid, José Luis Martínez Almeida e Isabel Díaz Ayuso, respetivamente.
À chegada, o rei, junto da rainha, da princesa e da infanta, foi recebido pelas autoridades e, depois das honras militares e de ouvir o hino nacional durante o hastear da bandeira, passou revista às tropas, num ato em que este ano participaram apenas 527 efetivos. Em anos anteriores, esta data reúne cerca de quatro mil militares, que desfilam pelas ruas da capital espanhola.
Protegidos com máscaras, a princesa Leonor colocou-se à direita do pai, de acordo com o exigido pelo protocolo, enquanto a infanta Sofía ocupou o seu lugar ao lado da mãe. Este ano, devido à pandemia, o Ministério da Defesa e a Casa Real organizaram o Dia da Hispanidade de forma diferente, tendo decorrido no pátio do Palácio Real, em vez de acontecer pelas ruas de Madrid. Foram ainda proibidos os habituais apertos de mão, um cumprimento que foi substituído por uma ligeira reverência com a mão colocada sobre o peito.
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