
Quando Isabel II era ainda criança tinha algumas dificuldades em pronunciar o seu nome, pelo que chamava a si própria Lilibet, uma alcunha pela qual rapidamente os familiares mais próximos começaram a tratá-la, segundo contou a revista britânica Hello!. Era este o caso dos seus avós, dos seus pais, da irmã mais nova, a princesa Margarida, e do duque de Edimburgo, que nos últimos anos, após a morte da mãe e da princesa Margarida em 2002, era a única pessoa que ainda tratava a monarca por este nome carinhoso. Com a morte do príncipe Philip, no passado mês de abril, a rainha despediu-se da última pessoa que ainda a trataria pela alcunha.
O rei George VI, pais de Isabel II, disse uma vez, referindo-se às duas filhas: “A Lilibet é o meu orgulho. A Margarida é a minha alegria”. A revista britânica refere ainda que, quando era ainda uma jovem ‘royal’, a então princesa Isabel assinava as suas cartas com este nome.
No entanto, dois meses após a morte do duque de Edimburgo, Lilibet voltou a ser um nome usado dentro da família real, ainda que tenha mudado de “proprietária”. Alguns dias após o nascimento da filha de Harry e Meghan, os duques de Sussex anunciaram que a menina se chamaria Lilibet Diana, recebendo assim como nome próprio a alcunha da bisavó, e tendo como segundo nome o da avó, a princesa Diana.
De recordar que, apesar de já não haver ninguém que trate a rainha por este nome carinhoso de infância, alguns membros da família real dirigem-se a Isabel II por outros nomes que denotam proximidade. O príncipe Carlos dirigiu-se à rainha como “mamã”, durante o discurso que fez por ocasião do seu 92º aniversário e os príncipes William e Harry tratam a monarca por “granny”, um diminutivo de avó. Kate revelou uma vez que os filhos mais velhos, George e Charlotte, se dirigem à bisavó como “gan-gan”.