
A duquesa da Cornualha assegurou que será uma “grande honra” aceitar o cargo de rainha consorte, uma vontade expressa pela rainha Isabel II no dia em que celebrou o Jubileu de Platina, e que Camilla assumirá quando o marido, o príncipe Carlos, subir ao trono.
Numa conversa com a apresentadora Emma Barnett, da BBC, a duquesa falou sobre o seu trabalho com as vítimas de violência doméstica e deixou claro que este é um projeto com o qual quer continuar a colaborar, mesmo depois de mudar de cargo.
“Vou continuar a trabalhar com estas causas. Se começo um projeto deste género não o vou deixar a meio, vou continuar. Precisamos de ajudar a mudar a cultura. Acredito que temos que começar desde o princípio, e que as crianças na escola aprendam o que é o respeito“, afirmou, mostrando preocupação com as estatísticas no Reino Unido, que apontam que as denúncias de crimes de violência doméstica não param de aumentar e que no último ano cresceram 6% face ao ano anterior.
“Não acredito que a situação tenha melhorado nada. O confinamento foi horrível, porque as pessoas não podiam escapar e assim se vê como subiram os números”, afirmou ainda.