O que durante anos foi apresentado como uma frente unida contra tudo e todos poderá estar a dar sinais de desgaste. O Príncipe Harry (41) e Meghan Markle (44) voltam a estar no centro de rumores sobre uma alegada crise — e, desta vez, os indícios apontam para um cenário que vai além de simples divergências.
Agenda separada e distância visível
Segundo revelou o jornalista de celebridades Rob Shuter (52), antigo editor da revista OK!, o casal estará, na prática, a viver “vidas separadas”. Em declarações ao podcast The Nerve, Shuter afirmou que os Duques de Sussex mantêm atualmente rotinas, interesses e até círculos sociais distintos. “Ela tem os amigos dela, ele tem os seus… já não partilham praticamente nada em comum”, afirmou.
Enquanto Meghan Markle continua focada na sua presença nos círculos mais exclusivos da Califórnia e em novos projetos profissionais, Harry terá assumido um papel mais discreto e familiar, dedicando grande parte do tempo aos filhos do casal, Archie (7) e Lilibet (4). Esta diferença de estilos de vida estará a acentuar o distanciamento entre ambos.

Uma das mais recentes tentativas de recuperar a proximidade terá passado por uma viagem à Austrália, pensada como uma espécie de “digressão alternativa” às tradicionais visitas reais. No entanto, a iniciativa não terá corrido como esperado. A fraca adesão às palestras e eventos acabou por expor fragilidades na popularidade do casal e, segundo fontes próximas, terá agravado as tensões internas.
Também as aparições em separado têm vindo a alimentar os rumores. Meghan viajou recentemente sozinha para Chicago, num jato privado, para marcar presença num evento social — uma decisão que não passou despercebida, tendo em conta os meios do casal para viajar em conjunto.
Do lado de Harry, fala-se num crescente sentimento de isolamento nos Estados Unidos. De acordo com as mesmas fontes, o príncipe terá dificuldades em adaptar-se plenamente à vida na Califórnia, onde não construiu uma rede sólida de amizades. Esse desconforto estará a reacender o desejo de regressar ao Reino Unido.
“Ele sente que não devia ter de correr atrás das pessoas. Na cabeça dele, continua a ser um príncipe”, revelou Shuter, sublinhando uma possível frustração com a nova realidade longe da estrutura real.
Para vários observadores, o que poderá estar a manter a união não é apenas a relação pessoal, mas também a chamada “Marca Sussex”. Após o fim de alguns contratos mediáticos e projetos conjuntos, Harry e Meghan terão hoje menos pontos de convergência profissional, o que reforça a ideia de uma relação cada vez mais simbólica.
Apesar de nenhuma confirmação oficial por parte do casal, os rumores intensificam-se e colocam em causa a solidez de uma das relações mais mediáticas da realeza contemporânea. As próximas aparições públicas poderão ser determinantes para perceber se se trata apenas de uma fase passageira — ou do início de um novo capítulo na história dos Duques de Sussex.
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