O Fórum Grimaldi foi palco de uma celebração memorável. Quatro décadas após a fundação da companhia, Carolina do Mónaco, a Princesa de Hanôver (69) foi homenageada pelo seu papel determinante na dança, numa noite que contou com a presença de Charlotte Casiraghi (39) e Alexandra de Hanôver (26).
A relação entre a família principesca do Mónaco e a arte da dança é um legado que atravessa gerações e, no passado sábado, dia 4 de julho, essa ligação foi celebrada com a imponência que a ocasião exigia. O Fórum Grimaldi iluminou-se para comemorar os 40 anos dos Ballets de Monte-Carlo, uma instituição fundada por Carolina de Hanôver em 1985 com o intuito de perpetuar a tradição iniciada pelos históricos Ballets Russes de Diaghilev.
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O reconhecimento de Jean-Christophe Maillot
O momento alto da noite ficou marcado pelas palavras de Jean-Christophe Maillot (66). O diretor, que lidera a companhia há mais de três décadas e que nela criou mais de 30 peças, não escondeu a emoção ao dedicar um tributo pessoal à Princesa: “Querida Carolina, quando toma uma decisão, leva-a até ao fim. O seu comprometimento e a sua paixão fizeram com que, quarenta anos depois, ainda estejamos aqui”, afirmou perante uma audiência visivelmente comovida.
A Princesa de Hanôver, que recebeu a homenagem com evidente emoção, esteve acompanhada pelas suas duas filhas, Charlotte Casiraghi e Alexandra de Hanôver, que partilharam de perto este momento de orgulho familiar.
Um 4 de julho inesquecível no Principado
A celebração estendeu-se para além do teatro. Charlotte Casiraghi teve um papel ativo nas festividades ao entregar o Grande Prémio Príncipe do Mónaco ao cavaleiro brasileiro Stephan de Freitas Barcha (36), no âmbito da competição internacional de saltos de Monte Carlo.
O dia ficou ainda marcado por um gesto de diplomacia e amizade internacional: o Palácio do Príncipe foi iluminado com as cores da bandeira americana. Esta iniciativa, autorizada pelo Príncipe Alberto, serviu para assinalar o 250.º aniversário da Independência dos Estados Unidos, celebrando as raízes transatlânticas da família principesca. Foi, sem dúvida, uma data que ficará gravada na memória do Principado pela sua diversidade cultural e pela importância do legado artístico que Carolina do Mónaco continua a proteger com tanto zelo.