A gala do Secret Story neste domingo (31) foi palco de uma das maiores polémicas da edição, protagonizada pelo confronto entre a Catarina Miranda (26) e Afonso Leitão (24), depois da apresentadora relatar traições do ex-militar durante a relação deles. Mas o verdadeiro caos instalou-se ainda mais fora do programa, com os ataques da Inês Morais (26) ao atual concorrente da casa mais vigiada do país e à mãe dele, Rita Leitão (50), durante a participação dela no Diário da TVI, esta segunda.
Cá fora, a atual vencedora do Desafio Final tornou-se uma das protagonistas paralelas deste drama, ao defender a Catarina e atirar-se à versão dos factos apresentada pelo concorrente e pela família dele, sobre as acusações de traição com uma “rapariga do Norte”.
“Mas que mentira? Eu quero lá saber o que a Miranda mostrou ali. Eu vi as mensagens, o Afonso e a mãe dele não passam de uns mentirosos”, disparou a Inês.

Tiro? Não há. Porque as mensagens simplesmente somem.
Além disso, a comentadora explicou como funcionavam os mecanismos de privacidade que o Afonso usava para não deixar rasto das supostas mensagens:
“É um facto que a rapariga não consegue mostrar o tiro das conversas porque o Afonso mandava as mensagens no modo temporário, ou seja, as mensagens desaparecem”, disse a ex-concorrente.
A Inês ainda revelou mais detalhes sobre as mensagens a que teve acesso: “Há conversas que mostram mesmo que esses encontros estão para acontecer e vão acontecer”.
Digo e repito: o que vi é grave, é nojento e faria 100x pior do que a Catarina
Precipitada por querer acabar uma relação? Até podia nem ter motivos, mas neste caso motivos não faltam.
Ridículo estar a ser posta em causa e a vítima ainda ser o Afonso 🥱 machistas da ostia
— Inês Morais 💋 (@inesmoraisc0) May 29, 2026
A influencer garante que viu tudo, mas a grande questão mantém-se: como é possível comprovar seja o que for quando as mensagens desaparecem automaticamente? É precisamente aí que reside o problema. Sem capturas ou outros registos, as opiniões dividem-se e quem fica sob suspeita pode sempre argumentar que “não existem provas”. É uma estratégia já bem conhecida, mas continua eficaz, e, desta vez, está a alimentar uma polémica que promete dar muito que falar.