A mais recente resposta de Carolina Deslandes (34) a um comentário nas redes sociais continua a dar que falar. O tema foi analisado no programa “Passadeira Vermelha”, da SIC Caras, onde os comentadores debateram se a cantora estava apenas a defender-se ou se acabou por ultrapassar determinados limites.

Tudo começou depois de a artista revelar, num vídeo publicado nas redes sociais, que decidiu responder a um seguidor que lhe escreveu “vai-te maquilhar”. A resposta de Carolina Deslandes não passou despercebida e rapidamente gerou reações.

“A minha terapeuta diz que eu tenho de começar a ser mais calma e mais comedida e a responder na mesma moeda e a não fazer escalar as discussões. Por isso, houve um macho que comentou num vídeo meu a dizer ‘vai-te maquilhar’ e eu respondi ‘vai-te f****'”, contou a cantora.

Opiniões divididas em estúdio

O assunto foi levado para debate no “Passadeira Vermelha”, onde as opiniões se mostraram longe de ser consensuais.

Filipa Torrinha Nunes (36) admitiu ter visto humor na situação e destacou o contexto em que tudo aconteceu. “É um bocadinho agressivo, é, mas também é agressivo a forma como esta pessoa falou com ela”, começou por dizer. A psicóloga reconheceu que não reagiria da mesma forma, mas considerou que o momento teve um lado divertido.

Sara Avelar (32) apresentou uma perspetiva diferente, defendendo que responder nos mesmos termos pode abrir espaço para uma escalada do conflito. “Ao responder assim tem uma abertura do outro lado para responder igual”, afirmou.

Hugo Mendes recorda críticas frequentes à cantora

Durante a conversa, Hugo Mendes (40) chamou a atenção para a quantidade de comentários negativos que Carolina Deslandes recebe habitualmente nas plataformas digitais.

O comentador considerou mesmo que a artista “é das mais massacradas desde sempre” nas redes sociais, acrescentando que, na sua opinião, a resposta da cantora não foi tão dura quanto a mensagem inicialmente recebida.

Ainda assim, Filipa Torrinha Nunes acabou por sublinhar um ponto essencial na discussão: “A resposta dela foi uma agressão verbal, isso é óbvio. A questão é que ele esteve muito mal, este seguidor”.

Um debate que vai além de Carolina Deslandes

Mais do que um episódio isolado, a situação voltou a colocar em cima da mesa uma questão cada vez mais presente no universo digital: até que ponto uma figura pública deve responder aos ataques que recebe diariamente?

Entre quem defende que a cantora apenas reagiu a uma provocação e quem acredita que responder da mesma forma contribui para alimentar o conflito, o caso de Carolina Deslandes continua a dividir opiniões e a gerar debate nas redes sociais.

 

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Capicua (43) revelou que foi mãe pela segunda vez. A artista partilhou a notícia através das redes sociais, onde anunciou o nascimento do segundo filho com uma mensagem breve, mas carregada de significado: “Amadeu nasceu (e as rimas completaram-se todas)”.

A publicação foi recebida com entusiasmo por amigos, colegas e admiradores, que rapidamente deixaram centenas de mensagens de felicitações. Conhecida por manter a vida familiar longe da exposição mediática, Capicua optou por partilhar apenas um olhar discreto sobre este momento especial. A imagem divulgada mostra apenas o bebé, preservando a privacidade que sempre procurou garantir em relação aos filhos.

A chegada de Amadeu assinala uma nova etapa na vida familiar de Capicua. A artista já era mãe de Salvador, nascido em 2019, fruto da sua relação com o músico Pedro Geraldes (44), dos Linda Martini. Juntos há vários anos, os dois têm mantido a vida privada longe da exposição mediática, privilegiando a discrição num percurso marcado por afinidades pessoais e criativas.

Pedro com o bebé Amadeu – Foto: Reprodução / Instagram

Um novo capítulo na vida da artista

Nas últimas semanas, a cantora já tinha deixado algumas pistas sobre a proximidade do nascimento. Numa das publicações mais comentadas, referiu que estava a viver os últimos dias como mãe de filho único, antecipando a chegada do novo membro da família.

A maternidade tem ocupado um lugar importante no percurso da artista. Ao longo dos últimos anos, Capicua falou várias vezes sobre o impacto da experiência de ser mãe, tema que também encontrou espaço na sua obra e nas reflexões que tem partilhado publicamente.

Com uma carreira construída entre a música, a escrita e a intervenção cívica, a artista entra agora numa nova etapa pessoal. O nascimento de Amadeu surge como um dos momentos mais marcantes desta fase da sua vida, celebrada de forma discreta, mas rodeada pelo carinho de quem acompanha o seu percurso.

A mensagem escolhida para anunciar a chegada do bebé resume o sentimento vivido pela cantora: para Capicua, com o nascimento de Amadeu, “as rimas completaram-se todas”.

 

Palavras-chave

Depois de semanas marcadas por fotografias e pequenos apontamentos do grande dia, Júlia Palha (27) voltou a emocionar os seguidores ao partilhar um vídeo inédito do seu casamento com Frederico Porém Murta. O registo reúne alguns dos momentos mais especiais da cerimónia e da festa, revelando detalhes que até agora permaneciam longe dos olhares do público.

Nas imagens, a atriz surge num cenário campestre, destacando o vestido de noiva tomara que caia, com uma longa cauda em camadas. O vídeo permite ainda observar de perto alguns dos acessórios escolhidos para a ocasião, entre eles o colar, os brincos e um elemento inesperado que acabou por reforçar a identidade da celebração: umas botas de cowboy brancas, coordenadas com um chapéu da mesma cor. Já Frederico Porém Murta surge com um chapéu preto, numa clara homenagem ao ambiente ribatejano que marcou todo o evento. O casamento decorreu numa propriedade da família no Porto Alto, refletindo as raízes do casal.

Uma celebração cheia de pormenores

O vídeo mostra também os recém-casados a abandonarem a cerimónia num automóvel branco descapotável, enquanto familiares e amigos celebram o momento. Ao longo das imagens, é possível descobrir vários detalhes da decoração, desde os pratos de cerâmica personalizados com as iniciais dos noivos até à plataforma construída sobre o campo onde foram instaladas as mesas dos convidados.

Outro dos destaques é o bar de cocktails criado especialmente para a ocasião, bem como a pista de dança que recebeu os convidados durante a noite. A estética escolhida pelos noivos combina romantismo e tradição, uma fórmula que já tinha marcado os primeiros registos divulgados após o casamento.

Do vestido de noiva ao touro mecânico

Entre os momentos mais inesperados do vídeo encontra-se o touro mecânico, uma das atrações da festa que rapidamente chamou a atenção dos convidados. O registo mostra ainda uma segunda versão do visual da atriz, que trocou o vestido comprido por um modelo mais curto para aproveitar a celebração de forma mais descontraída.

As imagens terminam com um dos momentos mais românticos da noite: Júlia Palha e Frederico Porém Murta abraçados, trocando um beijo enquanto a festa continua à sua volta.

Depois das fotografias da cerimónia, das imagens dos bastidores e dos vários momentos partilhados pelos convidados nas redes sociais, este vídeo surge como o retrato mais completo do casamento. Mais do que mostrar os noivos, revela a atmosfera de uma celebração pensada ao detalhe, onde as referências ao Ribatejo, a elegância e o lado descontraído do casal caminharam lado a lado.

Se o romance entre Pimpinha Jardim (42) e Tiago Vieira (48) já não é segredo, o que aconteceu nos bastidores da apresentação oficial à família começa agora a ser conhecido. Durante o programa Passadeira Vermelha, da SIC Caras, Sofia Jardim (50) levantou a ponta do véu sobre como Tiago Vieira foi acolhido por um dos clãs mais mediáticos de Portugal.

A oportunidade para as apresentações oficiais surgiu no aniversário de Isaurinha Jardim (35), irmã de Pimpinha. Longe de ser um ambiente de pressão, o momento revelou-se um teste de adaptação que Tiago Vieira parece ter superado com distinção.

O Tiago foi apresentado à família nos anos da Isaurinha. Ele apareceu, esteve muito bem e portou-se à altura”, garantiu Sofia Jardim, acrescentando que o empresário do ramo imobiliário integrou-se com uma naturalidade que surpreendeu os presentes. “Esteve lá ‘na maior’, como se conhecesse toda a gente há imenso tempo”, relatou a comentadora, sublinhando que a interação com as primas e os respetivos maridos fluiu sem qualquer tipo de constrangimento.

Sofia Jardim comenta sobre o namoro de Pimpinha na Passadeira Vermelha - Foto: SIC Caras
Sofia Jardim comenta sobre o namoro de Pimpinha na Passadeira Vermelha – Foto: SIC Caras

A ‘praxe’ à família Jardim

Apesar do acolhimento caloroso, não houve espaço para facilitismos. Quando questionada pela apresentadora Liliana Campos (55) sobre o rigor da família na aceitação de novos membros, Sofia Jardim foi clara: “Nós não fazemos praxe, mas não facilitamos”.

Esta máxima da família Jardim serve para explicar que, apesar de Tiago Vieira ter sido “muito bem-vindo”, o escrutínio do clã é uma realidade. Contudo, o empresário parece ter convencido o círculo mais próximo de Pimpinha, que descrevem o casal como tendo uma sintonia invejável: ambos são do signo Gémeos, o que, segundo o que foi revelado, os torna “muito intensos, racionais e comunicativos“.

Por agora, o casal mantém a sua independência — “cada um na sua casa” —, mas a entrada de Tiago Vieira na dinâmica familiar é um sinal claro de que este namoro, que trouxe uma nova leveza à vida de Pimpinha Jardim, está para durar.

A princesa Ingrid Alexandra e o príncipe Sverre Magnus estão de partida para os Estados Unidos para uma missão que assume um significado especial para a família real norueguesa. Os irmãos vão representar oficialmente a Casa Real no Mundial 2026, marcando o primeiro compromisso público desde que a princesa herdeira Mette-Marit foi submetida a um transplante pulmonar.

Os dois membros da realeza vão assistir ao encontro entre a Noruega e o Senegal, que terá lugar no MetLife Stadium, em Nova Jérsia, numa altura em que a atenção continua centrada no estado de saúde da mãe.

Segundo informou o Palácio Real, Mette-Marit está particularmente satisfeita por ver os filhos assumirem este papel de representação numa ocasião tão importante para o país.

Uma viagem com significado especial

A deslocação aos Estados Unidos acontece poucos dias depois de Ingrid Alexandra ter regressado da Austrália, onde esteve a estudar. Agora, a princesa herdeira da Noruega junta-se ao irmão numa missão que evidencia a crescente preparação de ambos para futuras responsabilidades institucionais.

Embora a presença de membros da família real em grandes eventos desportivos seja uma tradição na Noruega, desta vez a viagem adquire uma dimensão diferente. Além do simbolismo associado ao Mundial, trata-se da primeira aparição oficial dos irmãos desde a cirurgia de Mette-Marit.

A decisão foi recebida com entusiasmo pelos observadores da realeza, que veem nesta deslocação um sinal positivo para a família real, depois de meses particularmente exigentes.

Mette-Marit. Foto – Reprodução/ Getty Images

O protagonismo da nova geração

Além de apoiarem a seleção norueguesa nas bancadas, Ingrid Alexandra e Sverre Magnus têm ainda prevista uma visita à escola de futebol da TINE, na Gjøa Youth Soccer, no bairro de Brooklyn, em Nova Iorque.

O projeto sem fins lucrativos envolve centenas de crianças e pretende promover a prática desportiva junto das comunidades locais, uma iniciativa que se enquadra na agenda dos jovens membros da realeza.

A viagem volta também a destacar a crescente visibilidade da nova geração da Casa Real da Noruega. Aos 22 e 20 anos, respetivamente, Ingrid Alexandra e Sverre Magnus assumem cada vez mais protagonismo em eventos de dimensão internacional.

Um momento de esperança para a família real

Nos últimos meses, a saúde de Mette-Marit tem sido acompanhada com particular atenção pelos noruegueses. O recente transplante pulmonar representou um dos momentos mais delicados enfrentados pela princesa herdeira desde que tornou pública a sua doença crónica.

Por isso, a presença dos filhos no Mundial é vista por muitos como uma imagem de continuidade e esperança para a família real.

Enquanto milhares de adeptos acompanham a caminhada da Noruega nos relvados norte-americanos, todas as atenções estarão também voltadas para Ingrid Alexandra e Sverre Magnus, os jovens representantes de uma monarquia que procura voltar a sorrir após semanas marcadas pela preocupação.

Pedro Neto (26) continua a destacar-se dentro e fora dos relvados. Enquanto o internacional português soma elogios pelas exibições ao serviço do Chelsea e da Seleção Nacional, a sua vida pessoal também desperta cada vez mais curiosidade. E há um detalhe sobre a mulher que lhe roubou o coração que muitos portugueses desconhecem.

Carolina Cunha e Silva (26), que mantém uma relação com o futebolista há vários anos, é filha de um dos nomes mais importantes da história do ténis português. Trata-se de João Cunha e Silva (58), antigo campeão nacional e uma das figuras que ajudou a colocar Portugal no mapa da modalidade durante as décadas de 1980 e 1990.

Uma referência do ténis português

Muito antes de a filha se tornar conhecida junto dos adeptos de futebol, João Cunha e Silva já era um nome respeitado no desporto nacional. O antigo tenista conquistou cinco títulos de campeão nacional absoluto e alcançou o 108.º lugar do ranking ATP em singulares, numa época em que poucos portugueses conseguiam destacar-se no circuito internacional.

Ao longo de uma carreira de 16 anos, representou Portugal em inúmeras competições internacionais e enfrentou alguns dos maiores nomes da modalidade, tornando-se uma referência para várias gerações de atletas portugueses.

João Cunha e Silva. Foto – Reprodução/ Record.

A herança desportiva da família

Embora tenha seguido um percurso diferente do pai, Carolina cresceu rodeada pelo ambiente competitivo do desporto de alto rendimento. Atualmente dedicada ao universo digital, continua a manter uma forte ligação a esse mundo e acompanha de perto a carreira de Pedro Neto.

A jovem tornou-se presença habitual nas bancadas dos jogos do jogador e não esconde o orgulho pelos sucessos do companheiro, sendo frequentemente vista a apoiar o internacional português nas competições mais importantes.

O casal que conquista os adeptos

Juntos desde 2021, Pedro Neto e Carolina Cunha e Silva formam um dos casais mais discretos e admirados do panorama desportivo português. Enquanto o futebolista continua a somar conquistas dentro das quatro linhas, a sua companheira vai conquistando cada vez mais atenção do público.

E se o nome de Pedro Neto é hoje um dos mais falados do futebol português, a verdade é que a família da sua namorada já carregava há muito um apelido com peso na história do desporto nacional.

A moda é cíclica, mas nem todas as peças que regressam das décadas passadas conseguem convencer o público. Nas redes sociais da SIC CARAS, o desafio aos comentadores da Passadeira Vermelha foi simples: “Tendências de Verão 2026: usam ou passam?”. A resposta foi um redondo “não” para várias das apostas que prometem invadir as redes sociais.

As ‘Capri pants‘ na lista negra de David Motta

David Motta (40), conhecido pela sua sinceridade, foi o primeiro a riscar uma das grandes tendências do ano: as capri pants. O comentador não escondeu a sua aversão pelo corte que termina a meio da barriga da perna.

Eu odeio tendências, mas, por ossos do ofício, tenho de estar a par delas”, começou por admitir. “As capri pants? Não. Para já, não gosto, acho feio. Depois, só ficam bem em determinados tipos de corpo, que são mulheres com pernas muito altas, o que normalmente não é o caso da mulher portuguesa nem mediterrânica.”

Para Motta, o problema é estrutural: “É uma coisa que nos corta a figura e diminui automaticamente o tamanho das pernas. Logo, não é elegante. Acho horrendo, é medonho. Não, não, não”, sentenciou.

Capri Pants – Foto: Getty Images

O caso das toucas de croché

Filipa Torrinha Nunes (35) trouxe para a mesa uma das tendências mais polémicas do momento: as toucas de croché. Apesar de admitir que a peça tem o seu lugar, a comentadora confessa que o look não se adapta ao seu estilo pessoal.

Eu adoro, mas não em mim”, explicou. “Gosto de ver noutras raparigas, assim com o cabelo curtinho, fica muito, muito giro. Mas, por acaso, em mim, não gosto de ver.”

Touca de croché – Foto: Getty Images

As ‘Jelly Flats‘ e o perigo do Algarve

Hugo Mendes (40) foi o mais pragmático de todos, vetando terminantemente as Jelly Flats (sandálias de plástico). O comentador foi perentório sobre onde — e quando — este calçado pode ser usado.

“Ui, as Jelly Flats? Nem para festivais, nem para nada!“, exclamou, provocando gargalhadas no estúdio. O único cenário admitido por Hugo Mendes? “A menos que seja na praia, no Algarve, com água quentinha, por causa do peixe-aranha… Aí, experimentem!”, brincou.

Jelly Flats – Foto: Getty Images

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A relação entre Cristiano Ronaldo (41)e a família de Georgina Rodríguez (32) voltou a despertar atenção em Espanha. Desta vez, foi Ivana Rodríguez (36), irmã da influenciadora, quem surpreendeu ao falar da ligação que mantém com o capitão da seleção portuguesa numa entrevista à revista Diez Minutos.

Numa conversa em que abordou o seu percurso pessoal, a recente vitória no programa Top Chef: Dulces y Famosos e a forte ligação à família, Ivana acabou por destacar o papel que Cristiano ocupa no seu círculo mais próximo. “A minha irmã e ele são uma referência para mim. Cristiano é um guru, quase um irmão”, afirmou.

A declaração ganhou rapidamente repercussão, sobretudo porque Ivana raramente fala de forma tão detalhada sobre a vida familiar. Ao longo da entrevista, a empresária explicou ainda que a proximidade construída ao longo dos anos lhe permitiu aprender muito com o futebolista, não apenas pela dimensão da sua carreira, mas também pelos hábitos que mantém no dia a dia.

Segundo revelou, Cristiano tem sido uma influência em áreas como a alimentação, o exercício físico, a saúde e a recuperação física, temas sobre os quais costuma partilhar conselhos com quem lhe é mais próximo.

Ivana Rodríguez – Foto: Reprodução / Instagram

Uma influência que vai além do futebol

Apesar de viver atualmente em Gijón, enquanto Georgina e Cristiano estão instalados na Arábia Saudita, Ivana garante que os laços familiares permanecem fortes. A irmã da influenciadora admite que a distância tornou os encontros menos frequentes, mas não diminuiu a proximidade entre todos.

Ao falar do casal, Ivana não esconde a admiração que sente pelo percurso construído por ambos. Além de considerar Cristiano uma referência, sublinha sentir-se afortunada por fazer parte de uma família tão unida e por acompanhar de perto esta fase da vida da irmã.

Outro detalhe que chamou a atenção foi a referência a um eventual casamento entre Georgina Rodríguez e Cristiano Ronaldo. Questionada sobre o tema, Ivana revelou já ter visto vários modelos de vestidos, embora tenha garantido não conhecer detalhes sobre quando ou como poderá acontecer a aguardada cerimónia.

Desta forma, a entrevista acabou por oferecer um raro olhar sobre a relação que une Cristiano Ronaldo à família de Georgina Rodríguez, mostrando uma faceta mais próxima e pessoal do jogador, longe dos relvados e dos compromissos profissionais.

Durante apenas alguns meses, o futuro da monarquia sueca parecia estar traçado. Quando nasceu, a 13 de maio de 1979, o príncipe Carl Philip era o herdeiro da Coroa e o futuro rei da Suécia. No entanto, uma alteração histórica na lei da sucessão mudou o rumo da sua vida para sempre. Quase cinco décadas depois, o filho da rainha Silvia (82) continua a destacar-se como uma das figuras mais acarinhadas da família real sueca, graças a uma trajetória construída longe da sombra do trono.

Ao celebrar 47 anos, Carl Philip mantém uma posição singular entre as casas reais europeias. Neto de Alice Soares de Toledo, brasileira de origem paulista, cresceu num ambiente marcado por diferentes influências culturais e por uma forte ligação familiar às raízes maternas. Uma herança que contribuiu para moldar uma personalidade mais discreta, mas igualmente próxima do público.

A sua história começou a ganhar contornos inesperados poucos meses após o nascimento. Em 1980, a Suécia tornou-se o primeiro país europeu a adotar a sucessão absoluta, permitindo que o filho mais velho herdasse o trono independentemente do género. A mudança colocou a princesa Victoria (49), irmã mais velha de Carl Philip, no primeiro lugar da linha sucessória e retirou-lhe o estatuto de príncipe herdeiro.

Embora o episódio continue a ser um dos mais invulgares da história recente das monarquias europeias, Carl Philip sempre lidou com a situação de forma serena, construindo uma identidade própria e distante das inevitáveis comparações com a futura rainha.

O príncipe Carl Philip da Suécia – Foto: Getty Images

Entre os compromissos reais e a velocidade das pistas

Ao contrário de muitos membros da realeza europeia, Carl Philip encontrou uma paixão improvável fora dos palácios. Desde jovem, desenvolveu um interesse profundo pelo automobilismo e acabou por transformar esse entusiasmo numa atividade levada a sério.

Ao longo dos anos, participou em diversas competições de turismo e velocidade, integrando campeonatos profissionais e conquistando reconhecimento no meio automobilístico. Nas pistas, procurou afirmar-se pelo mérito próprio, afastando-se do protagonismo associado ao seu título real.

Mas nem todos os desafios da sua vida foram escolhidos

Durante a infância e adolescência, enfrentou dificuldades provocadas pela dislexia, uma condição que também afeta outros membros da família real sueca. O príncipe falou publicamente sobre as dificuldades sentidas durante o percurso escolar e tornou-se uma voz importante na sensibilização para os problemas de aprendizagem.

A princesa Sofia e o príncipe Carl Philip da Suécia – Foto: Getty Images

A experiência contribuiu para reforçar o seu envolvimento em iniciativas ligadas à educação e à inclusão, causas que continuam a ocupar um lugar de destaque na sua agenda institucional.

Casado desde 2015 com a princesa Sofia (41), com quem tem construído uma das famílias mais populares da realeza escandinava, Carl Philip vive atualmente uma fase marcada pela estabilidade e pelo equilíbrio entre a vida familiar e os deveres oficiais.

Aos 47 anos, continua a representar uma das figuras mais modernas da monarquia sueca. Um príncipe que nasceu destinado ao trono, mas que encontrou o seu próprio lugar através da autenticidade, da resiliência e da capacidade de transformar os desafios em novas oportunidades.

 

Passaram quase três décadas desde a morte de Diana, Princesa de Gales, mas a dimensão do legado que deixou aos filhos continua a despertar curiosidade. Além da marca emocional que permanece na vida do Príncipe William e do Príncipe Harry, existe também uma herança milionária que acabou por crescer significativamente ao longo dos anos.

Quando Diana morreu, em agosto de 1997, o seu património estava avaliado em cerca de 21 milhões de libras (24,6 milhões de euros). Depois do pagamento dos impostos sucessórios e de outros encargos legais, o valor líquido ficou reduzido para aproximadamente 17 milhões de libras (19,9 milhões de euros).

Na altura, William tinha 15 anos e Harry apenas 12. Como ambos eram menores, a herança ficou sob gestão de administradores nomeados para esse efeito até que os príncipes atingissem a idade prevista para receberem o património.

Inicialmente, cada um dos filhos tinha direito a uma parcela estimada entre 6 e 6,5 milhões de libras (entre 7 e 7,6 milhões de euros). Com a valorização registada ao longo dos anos, a herança de cada príncipe terá atingido cerca de 10 milhões de libras (11,7 milhões de euros).

Princesa Diana – Foto: Getty Images

Um legado que continua a ter impacto

Mais do que uma questão financeira, a herança de Diana sempre representou uma ligação profunda à memória da mãe. Ao longo dos anos, William (43) e Harry (41) herdaram também vários objetos pessoais, joias e recordações associadas à princesa que continua a ser uma das figuras mais acarinhadas da história da monarquia britânica.

O impacto desse património tornou-se particularmente evidente em 2021, quando Harry revelou, na entrevista concedida a Oprah Winfrey (72), que o dinheiro deixado por Diana teve um peso determinante na decisão de construir uma nova vida nos Estados Unidos ao lado de Meghan Markle (44). “Tenho aquilo que a minha mãe me deixou. Sem isso não teríamos conseguido fazer isto”, afirmou o duque de Sussex na ocasião.

Quase 30 anos depois da sua morte, Diana continua a influenciar a vida dos filhos. E a herança que deixou, avaliada em dezenas de milhões de libras após a sua valorização ao longo dos anos, permanece como um dos símbolos mais duradouros do legado da chamada “Princesa do Povo”.