Um novo episódio relacionado com a segurança da família real britânica marcou os bastidores da monarquia este fim de semana. De acordo com informações avançadas pelo tabloide britânico The Sun, até 30 agentes armados da unidade especial encarregada da proteção da realeza estão sob investigação após denúncias de que alguns terão adormecido em serviço enquanto asseguravam a proteção do Rei Carlos III (77) no Castelo de Windsor.
Segundo a publicação britânica, além das acusações relacionadas com agentes a dormir durante o turno, existem também relatos de polícias que terão registado presença sem depois comparecerem nos postos de vigilância atribuídos. A investigação decorre sob responsabilidade da Direção de Padrões Profissionais da Polícia Metropolitana de Londres.
O Palácio de Buckingham já terá sido oficialmente informado sobre o episódio, embora a família real mantenha discrição pública em torno do caso. Até ao momento, nenhum membro da monarquia comentou o assunto.
Rei Carlos III – Foto: Getty Images
Segurança da realeza volta ao centro das atenções
A polémica ganhou dimensão adicional porque o Castelo de Windsor já enfrentou outros incidentes preocupantes nos últimos anos. Em 2021, um intruso armado com uma besta conseguiu entrar no castelo no dia de Natal e afirmou que pretendia atacar a Rainha Isabel II. Mais recentemente, registaram-se também invasões e furtos nas imediações da propriedade real.
Fontes citadas pela imprensa britânica descrevem o episódio atual como “extremamente embaraçoso” para as forças de segurança do Reino Unido, sobretudo por envolver uma das estruturas de proteção mais importantes do país. A unidade sob investigação integra o grupo especializado da Polícia Metropolitana responsável pela proteção direta da família real e de altas figuras do Governo britânico.
Ainda segundo o The Sun, as autoridades avaliam a possibilidade de alguns agentes serem temporariamente afastados das funções enquanto decorre a investigação. O organismo independente de supervisão da polícia britânica também já foi informado sobre o caso.
Apesar da situação, Carlos III continua a cumprir compromissos públicos de forma gradual e discreta nesta nova fase. Nos bastidores, porém, o episódio voltou a alimentar o debate em torno da pressão enfrentada pelas equipas responsáveis pela segurança da monarquia, sobretudo num período de intensa exposição internacional da família real britânica.
Durante décadas, Fátima Lopes (57) fez parte da rotina diária dos portugueses. Entre SIC e TVI, esteve cerca de 27 anos consecutivos em antena e tornou-se uma das figuras mais populares da televisão nacional. Mas a entrevista transmitida este fim de semana no programa Dona da Casa, da Antena 3 e RTP2, revelou um lado bastante diferente da apresentadora que durante anos liderou formatos de entretenimento e talk shows em horário nobre.
Conduzida por Catarina Marques Rodrigues (33), a conversa abordou temas pouco habituais no universo televisivo mais tradicional. Segundo a descrição oficial do episódio, Fátima Lopes falou sobre “o ego em televisão”, “o princípio de burnout”, a importância de “ser vulnerável”, o envelhecimento feminino, as relações familiares, a espiritualidade e até a pressão estética enfrentada por mulheres com forte exposição pública.
O episódio começou rapidamente a circular nas redes sociais e nas plataformas da RTP, sobretudo devido ao tom mais íntimo e reflexivo da conversa. Nos últimos anos, Fátima Lopes tem falado publicamente sobre o desgaste emocional associado ao ritmo intenso da carreira televisiva e sobre a necessidade de mudar de estilo de vida depois de enfrentar sinais de burnout.
Fátima Lopes – Foto: reprodução / Instagram
Uma imagem pública muito diferente da antiga ‘rainha das tardes’
A nova entrevista acabou também por reforçar a transformação da imagem pública da apresentadora. Se durante muitos anos Fátima Lopes esteve associada ao ritmo acelerado da televisão diária, hoje surge cada vez mais ligada a temas como equilíbrio emocional, desenvolvimento pessoal, fé e autenticidade.
Essa mudança tem sido igualmente notada pelo público português. Nas plataformas digitais da RTP e nas redes sociais, muitos comentários destacaram precisamente a serenidade e a vulnerabilidade demonstradas pela comunicadora nesta nova fase da vida.
A participação de Fátima Lopes em Dona da Casa acabou por revelar uma figura televisiva muito distante da antiga pressão das audiências — e talvez mais próxima daquilo que hoje procura transmitir fora dos estúdios.
Pedro Chagas Freitas (46), voltou a sensibilizar quem o acompanha com uma publicação carregada de emoção, feita a partir do Hospital Pediátrico de Coimbra. Na imagem surgem peluches adornados com pequenos laços improvisados, profissionais de saúde sorridentes e um ambiente surpreendentemente leve para o contexto hospitalar. Ainda assim, foi a legenda que transformou a publicação num dos momentos mais comentados entre os admiradores do escritor.
“Na imagem, estamos todos no quarto do hospital com lacinhos feitos por uma enfermeira com restos de material hospitalar”, começou por escrever. Ao longo do texto, Pedro Chagas Freitas descreveu uma espécie de “gala da pândega” improvisada no pediátrico, entre peluches vestidos “a preceito”, gargalhadas e pequenos instantes de felicidade partilhados num cenário particularmente delicado.
Conhecido pelos textos intensos sobre emoções, relações humanas e família, o escritor revelou desta vez um lado ainda mais íntimo e vulnerável. Mais do que uma simples homenagem, a publicação acabou por expor a forte ligação emocional que mantém com os profissionais do Hospital Pediátrico de Coimbra.
“Os enfermeiros fazem-me chorar”, confessou. “Criam, inventam, dançam diante da dor, entre o princípio da lágrima e o princípio do riso.”
Pedro Chagas com seu filho, Benjamim – Foto: Reprodução / Instagram
O hospital que marcou a vida da família
A ligação de Pedro Chagas Freitas ao Pediátrico de Coimbra nasceu durante a longa batalha de saúde enfrentada pelo filho mais novo, Benjamim (7). O menino foi diagnosticado ainda bebé com deficiência de alfa-1 antitripsina, uma doença rara que afeta o fígado e que obrigou a vários internamentos ao longo dos últimos anos.
Em 2024, a situação tornou-se particularmente delicada quando Benjamim necessitou de um transplante hepático urgente, realizado precisamente em Coimbra. Desde então, o escritor tem falado publicamente sobre a forma como a equipa médica e de enfermagem acompanhou a família nos momentos mais difíceis.
Na mais recente publicação, Pedro Chagas Freitas voltou a sublinhar precisamente essa entrega dos profissionais de saúde, recordando o cuidado, a empatia e o carinho que encontrou dentro do hospital.
“Fui mais bem tratado do que em muitos hotéis de cinco estrelas”, escreveu, acrescentando que existem gestos “que não têm preço” nos momentos de maior ansiedade e fragilidade.
O escritor terminou a mensagem com um agradecimento emocionado dirigido aos enfermeiros que acompanharam o filho: “Na imagem, estávamos profundamente felizes, ligados por um fio de esperança, ternura e fé.”
Kátia Aveiro (48) voltou a captar atenções no Brasil. A empresária portuguesa e irmã de Cristiano Ronaldo partilhou várias imagens antes de seguir para a Fazenda Nazário, no estado de Goiás, onde participa num dos eventos mais prestigiados do agronegócio brasileiro: o leilão JBJ.
Com um visual assumidamente inspirado no estilo western — chapéu preto, coordenado em pele e uma postura descontraída — Kátia mostrou-se totalmente integrada na estética do universo agro brasileiro e recebeu rapidamente inúmeros elogios nas redes sociais.
A propriedade integra a estrutura da JBJ Agropecuária e situa-se no município de Nazário, no estado brasileiro de Goiás. O espaço é amplamente reconhecido no Brasil pela criação de bovinos de elevada qualidade, bem como pela organização de eventos exclusivos ligados ao universo rural de luxo.
Kátia Aveiro em imagem partilhada nas redes sociais — Foto: Reprodução/Instagram
Um universo cada vez mais próximo das celebridades
Na legenda da publicação, Kátia Aveiro escreveu: “A Cowgirl chegou a Goiânia. Direta para a Fazenda Nazário, rumo ao leilão mais incrível do mundo: JBJ.”
Nos bastidores, o evento reúne empresários influentes, investidores e várias figuras conhecidas do entretenimento brasileiro. Nos últimos anos, o chamado “agro de luxo” transformou-se também num verdadeiro fenómeno social no Brasil e aproximou o universo rural de experiências premium, moda country e eventos exclusivos.
A presença de Kátia Aveiro reforça precisamente essa tendência. A empresária portuguesa, atualmente residente no Brasil, estreitou nos últimos anos a ligação ao país e marcou presença em ambientes cada vez mais exclusivos e mediáticos.
Além do cenário impressionante da propriedade, foi sobretudo o visual escolhido por Kátia que dominou os comentários nas redes sociais. Muitos seguidores elogiaram a elegância da empresária e o estilo “cowgirl chic” adotado para a ocasião.
A publicação original foi partilhada por Kátia Aveiro através da sua conta oficial de Instagram.
A relação entre o príncipe Harry (41) e o seu primo Peter Phillips (48) voltou a ser tema na imprensa internacional depois de ter sido revelado que o duque de Sussex não foi convidado para o novo casamento do familiar. Segundo a revista People, Harry ficou de fora da cerimónia intimista que Peter irá celebrar com Harriet Sperling, em junho, na região de Cotswolds, em Inglaterra.
O detalhe que mais comentários gerou nos bastidores da realeza prende-se precisamente com o contraste face ao passado. Em 2008, Harry marcou presença no primeiro casamento de Peter Phillips com Autumn Kelly (48), realizado na Capela de São Jorge, no Castelo de Windsor — o mesmo local onde, anos mais tarde, o príncipe viria a casar-se com Meghan Markle (44).
De acordo com fontes citadas pela Hello! Magazine, Harry e Peter “perderam simplesmente o contacto” ao longo dos últimos anos. O afastamento terá ganho força após a saída oficial de Harry da família real, em 2020, e a mudança definitiva para a Califórnia ao lado de Meghan.
Apesar da distância atual, os dois cresceram bastante próximos no seio da monarquia britânica. Participavam juntos em eventos oficiais, celebrações religiosas e encontros familiares promovidos pela Rainha Isabel II. Peter, filho da princesa Ana (75), sempre foi visto como um dos primos mais discretos e acarinhados da família.
Peter Phillips e Harriet Sperling sobem ao altar em junho. Harry não foi convidado. Foto: Getty Images
Quem são os noivos
Peter Phillips vive agora uma nova fase ao lado de Harriet Sperling (45), enfermeira pediátrica do sistema público de saúde britânico. O casal assumiu publicamente a relação em 2024 e anunciou o noivado em agosto de 2025. Ambos foram anteriormente casados e têm filhos de relações passadas.
Segundo vários meios britânicos, a cerimónia deverá contar apenas com familiares próximos e amigos íntimos, reunindo algumas das figuras centrais da família real, como o Rei Carlos III (77) e Camilla (78), o Príncipe William (43) e Kate Middleton (44).
A última vez que Harry e Peter Phillips foram vistos juntos em público aconteceu durante as cerimónias fúnebres da Rainha Isabel II, em 2022. Na altura, os membros da família real surgiram unidos num dos momentos mais delicados vividos pela monarquia após a morte da soberana.
À primeira vista, escolher um vestido para um casamento pode parecer apenas mais uma tarefa da agenda. No entanto, para quem tem filhos pequenos, até os compromissos mais simples exigem organização, paciência e uma energia extra. Foi precisamente essa realidade que Sara Sousa Pinto (30) acabou por revelar nas redes sociais, de forma espontânea e bastante genuína.
A apresentadora portuguesa partilhou a missão de encontrar um vestido a menos de um mês do evento, mas aquilo que mais captou a atenção do público não foi propriamente o visual escolhido. Muitas pessoas identificaram-se imediatamente com outro lado da situação: a dificuldade em conciliar pequenas tarefas do quotidiano quando existe uma criança pequena no centro de toda a logística familiar.
Ir experimentar roupa, tratar de compromissos pessoais ou simplesmente reservar alguns minutos para si própria ganha um significado completamente diferente depois da maternidade. Foi precisamente esse retrato mais autêntico da vida de mãe que muitas seguidoras reconheceram no relato de Sara. Sem grandes discursos, a comunicadora descreveu como “caótico” levar uma criança pequena às compras e acabou por abrir espaço para uma conversa silenciosa — mas cada vez mais presente — sobre a sobrecarga invisível que acompanha mães de crianças pequenas, incluindo mulheres com carreiras públicas e agendas particularmente exigentes.
Sara com seu filho – Foto: Reprodução / Instagram
Identificação imediata
Nos comentários, várias seguidoras confessaram conhecer bem este tipo de situação e reagiram com humor ao vídeo partilhado pela apresentadora. Outras aproveitaram ainda para brincar com o momento em que a criança surge “perdida” entre os vestidos da loja.
A repercussão também se explica pela imagem elegante e cuidada que Sara Sousa Pinto costuma manter nas redes sociais. Por isso, momentos mais espontâneos e reais acabam por aproximar ainda mais o público da apresentadora, sobretudo mulheres que vivem rotinas semelhantes no anonimato do dia a dia.
No final, o vestido tornou-se quase um pormenor. O que verdadeiramente gerou identificação foi a sensação partilhada por tantas mães: depois dos filhos, até aquilo que parece simples passa a exigir muito mais do que os outros conseguem ver.
Bernardo Silva (31) e Inês Degener Tomaz (32) atravessam uma das fases mais simbólicas da vida pessoal. Poucos dias depois de surgirem num ambiente descontraído durante uma viagem em família à Disney, o futebolista português e a influenciadora digital anunciaram que estão à espera do segundo filho. A notícia mobilizou os fãs do casal nas redes sociais e reforçou a estabilidade que ambos vivem longe da exigente rotina do futebol europeu.
Conhecidos pela discrição, Bernardo e Inês raramente expõem detalhes da vida familiar. Ainda assim, os registos mais recentes da viagem despertaram atenção pelo ambiente leve e familiar das imagens partilhadas ao lado da filha mais velha. O passeio aconteceu numa altura marcada por mudanças importantes na vida do atleta, que continua rodeado de especulação em torno dos próximos passos da carreira no futebol internacional.
O anúncio da nova gravidez foi feito de forma reservada, mantendo a postura adotada pelo casal desde o início da relação. Nos últimos anos, ambos construíram uma imagem marcada pela discrição e pela valorização da vida pessoal, afastada da exposição constante associada ao universo desportivo.
Inês Degener surge com a filha, Carlota, e exibe já a barriga da segunda gravidez – Foto: Reprodução / Instagram
Nova fase dentro e fora de campo
A notícia surge também num período de reflexão profissional para o internacional português. Há vários meses que o futuro de Bernardo Silva no Manchester City tem sido alvo de especulação na imprensa europeia, sobretudo perante possíveis mudanças para a próxima temporada.
Apesar de manter total concentração nos compromissos profissionais, o jogador aparenta viver uma fase em que a vida pessoal ganhou ainda maior importância. O crescimento da família reforça precisamente esse momento de transformação vivido pelo casal.
Nas redes sociais, os fãs assinalaram o anúncio com mensagens de carinho e destacaram o perfil reservado e elegante de Bernardo e Inês, uma característica que acompanha ambos desde o início da relação.
Agora, à espera do segundo filho, Bernardo Silva e Inês Degener Tomaz parecem consolidar uma das etapas mais especiais da vida em comum, equilibrando carreira, maternidade e vida familiar de forma cada vez mais discreta e sofisticada.
Os próximos episódios de Vitóriaprometem deixar os espectadores colados ao ecrã. Tudo começou com Henrique entre a vida e a morte no hospital, após sofrer uma paragem cardíaca fulminante. Enquanto os médicos tentam desesperadamente reanimá-lo com o desfibrilhador, Vitória, lavada em lágrimas, implora para que ele não a deixe. No meio do caos, o empresário revive, através de um flashback, um confronto violento com Carolina, no qual a acusou de prejudicar os filhos antes de a expulsar de casa com fúria. Felizmente, os batimentos cardíacos regressam e Vitória desaba, num misto de alívio e exaustão.
Mais tarde, já em recuperação, Henrique regressa a casa acompanhado por Vitória, sendo recebido com enorme festa e emoção pelos três filhos. Mais forte e motivado, o companheiro de Vitória começa até a preparar-se para uma entrevista de emprego, contando com o apoio de Matilde. Perante este cenário familiar, Adélia provoca Vitória, sugerindo que ter a família reunida lhe traz a felicidade que tanto procurava.
Reveja a cena em que Henrique é atacado violentamente:
A história vai sofrer uma importante passagem de tempo de três meses. Na prisão, Manuel continua a tentar mover os seus cordelinhos. Numa visita de Margarida, o vilão finge-se bastante combalido para gerar preocupação, mas a verdade é que, quando recebe o filho Sérgio, mostra-se forte e saudável. Sérgio, aliás, não olha a meios para libertar o pai, pressionando Proença a subornar um médico para conseguir um diagnóstico falso. A estratégia acaba por surtir efeito: três meses mais tarde, Manuel é finalmente chamado pelo guarda prisional e cruza as portas da prisão em liberdade.
A revelação de Alice e o acordar do coma
No núcleo jovem, há motivos para celebrar. Alice e João preparam um jantar de aconchego para Guilherme, tentando ajudá-lo a superar a dor pela morte do pai e a ansiedade pelo estado de saúde da mãe. Lia junta-se ao grupo, criando um bonito momento de união familiar. Pouco tempo depois, num emotivo lanche de revelação, Alice descobre finalmente que vai ter um menino, deixando todos radiantes.
As boas notícias estendem-se ao hospital, onde Guilherme e Matilde assistem a um verdadeiro milagre: Raquel acorda finalmente do coma. Contudo, o despertar da jovem vai trazer novos receios. Bárbara desabafa com Gabriela e Pedro, confessando o pânico de perder a sua ligação com Guilherme assim que Raquel tiver alta, temendo que os segredos do passado venham à tona.
Raquel (Vera Kolodzig) em Vitória – Foto: SIC
Negócios, auditorias e limpezas
Entretanto, a vida quotidiana continua a mexer com os habitantes da praceta. Marina e Duarte celebram a inauguração do novo lounge e já planeiam a expansão dos salões de beleza, de olho na fortuna de Sérgio. Na fábrica, contudo, o ambiente é de pura tensão. Às portas de uma rigorosa auditoria, Sérgio revela uma enorme ansiedade e implora pelo apoio de António. Sem paninhos quentes, António confronta o colega, atirando que se ele não tem capacidade para enfrentar a própria mãe, também não tem estofo para liderar os destinos da fábrica.
A vida de Elisabeth da Áustria (1837-1898), eternizada na história como Sissi, foi um autêntico turbilhão de conflitos pessoais, desafios dinásticos e uma busca incessante pela liberdade. Casada com Franz Joseph (1830-1916), imperador da Áustria, a jovem bvara colidiu rapidamente com as regras rígidas da corte de Viena e com a figura dominante da sua sogra, a arquiduquesa Sophie (1805-1872). Isolada e incompreendida, Sissi transformou a sua existência numa fuga constante através da literatura, da poesia e das viagens.
Esta trajetória fascinante serve de base à série A Imperatriz, um dos grandes sucessos da Netflix que já conta com duas temporadas. Contudo, longe do ecrã, a realidade da monarca foi muito mais complexa, dolorosa e pontuada por hábitos que hoje chocariam o mundo.
O noivado inesperado e o choque com Viena
Nascida em 1837 na Baviera (atualmente o maior estado da Alemanha), Sissi era a quarta de dez filhos do duque Maximiliano José (1808-1888) e da princesa Ludovika ou Luísa Guilhermina (1808-1892). Em 1853, a família viajou até Bad Ischl, o retiro de verão da realeza austríaca, com o objetivo de selar o noivado da sua irmã mais velha, Helena (1834-1890), com o jovem imperador Franz Joseph. Contudo, o destino trocou as voltas aos planos familiares: o monarca apaixonou-se perdidamente pela timidez de Sissi, que tinha apenas 15 anos.
Após uma dispensa papal — uma vez que eram primos direitos —, o casamento celebrou-se a 24 de abril de 1854. A transição da liberdade da Baviera para a etiqueta sufocante de Viena foi um choque brutal. Com o marido inteiramente absorvido pelos assuntos de Estado e rodeada por damas de companhia muito mais velhas, Sissi afundou-se na solidão.
A guerra com a sogra e o luto devastador
A relação com a sogra, a implacável arquiduquesa Sophie, escalou rapidamente para um conflito aberto. Quando Sissi deu à luz a primeira filha, a sogra assumiu o controlo da recém-nascida, alegando que a imperatriz era demasiado jovem para a educar. Na segunda gravidez, de Gisela (1856-1932), Sissi tentou rebelar-se e mudou a bebé para os seus aposentos, mas a vitória foi efémera.
Na primavera de 1857, durante uma viagem à Hungria, a filha mais velha, Sophie (1855-1857), com apenas dois anos, morreu de disenteria. Destruída pela culpa e pelo desgosto, Sissi entrou numa depressão profunda, abdicando de cuidar dos outros filhos e entregando-os à sogra. Nem mesmo o nascimento do herdeiro do trono, Rodolfo (1858-1889), conseguiu aliviar a tristeza que a consumia.
Elisabeth da Áustria, a Sissi – Foto: Reprodução/Getty Image
Obsessão pela beleza: Cintura de 40 cm e carne espremida
Como escape à dor e à falta de controlo sobre a sua própria vida, Sissi desenvolveu uma obsessão extrema com a imagem. Dedicava três horas diárias a pentear o cabelo e uma hora inteira a apertar a cintura, que media uns impressionantes 50 centímetros — reduzidos para uns inacreditáveis 40 centímetros através de espartilhos especiais.
De acordo com historiadores como María Pilar Queralt del Hierro (72) e Paulo Rezzutti (54), a imperatriz exibia sintomas do que hoje seriam considerados distúrbios alimentares graves. Fazia dietas restritivas e exercício físico violento, incluindo levantamento de pesos e caminhadas exaustivas. Para combater a anemia aguda provocada pela falta de proteínas, sem ter de comer refeições normais, ordenava que espremessem carne de vaca num aparelho especial para beber apenas o sumo resultante. Já na luta contra as rugas, Sissi chegava a dormir com fatias de vitela crua no rosto.
O refúgio na ilha da Madeira e o papel de heroína
Acometida por crises de ansiedade e problemas de saúde física, Sissi seguiu o conselho médico e refugiou-se na ilha da Madeira, em Portugal. Ali, numa vila isolada com vista para o Oceano Atlântico, encontrou temporariamente a paz através da leitura e do contacto com a natureza. A estada em solo português foi a primeira de muitas viagens pela Europa.
Mais tarde, Sissi assumiu um papel político crucial ao apaixonar-se pela cultura húngara. O seu apoio aos nacionalistas húngaros e a sua influência direta junto do marido foram fundamentais para a assinatura do compromisso de 1867, que transformou o império na monarquia dual da Áustria-Hungria, tornando-se uma verdadeira heroína para o povo magiar.
O mistério de Mayerling e o fim trágico
A cartada final na saúde mental da imperatriz ocorreu em 1889, com o “Incidente de Mayerling”. O seu filho, o príncipe herdeiro Rodolfo, e a sua amante de 17 anos, Marie Vetsera (1871-1889), foram encontrados mortos num aparente pacto de suicídio. O escândalo abalou a Europa e deixou Sissi num estado de luto perpétuo, passando a vestir-se apenas de preto.
A 10 de setembro de 1898, em Genebra, o destino cobrou o seu preço mais alto. Enquanto caminhava junto ao lago para apanhar uma embarcação, a imperatriz, então com 60 anos, foi abalroada por Luigi Luccheni (1873-1910), um anarquista italiano. Sem perceber imediatamente a gravidade do ataque, Sissi ainda tentou seguir viagem, mas acabou por desmaiar e morrer nessa mesma noite. Tinha sido esfaqueada no peito com uma lima afiada.
O assassino confessou mais tarde que o seu único objetivo era matar qualquer membro da realeza, independentemente de quem fosse. Embora Sissi tivesse manifestado o desejo de ser enterrada nas margens do Mar Mediterrâneo, a sua última vontade foi ignorada pelo imperador: o seu corpo repousa até hoje na Cripta dos Capuchinhos, em Viena.
A família do imperador Kaiser Franz Jospeh e Elisabeth da Áustria, a Sissi – Foto: Getty Image
Sara Norte (41) esteve recentemente à conversa com Flávio Furtado (48) no podcast The Leite Show e acabou por lançar uma autêntica “bomba” nos bastidores da televisão. Desafiada a revelar qual o comentador do programa Passadeira Vermelha, da SIC Caras, que dispensaria, a atriz não hesitou: “Tirava a Carolina Ortigão porque não precisa do dinheiro para nada, é uma pessoa rica”, atirou, sem prever a enorme onda de reações que se seguiria.
A resposta caiu que nem uma bomba na imprensa nacional e o ambiente azedou nos estúdios da SIC Caras. Face à polémica, Sara Norte decidiu aproveitar a emissão do formato para fazer um esclarecimento público. “Vou falar porque eu não gosto de elefantes na sala. Não fui obrigada a dizer nada (…). Eu nunca iria falar profissionalmente de quem mandaria embora, fui por outro lado. Não tenho nada contra as pessoas de quem falei”, defendeu-se a comentadora.
Sara Norte no Passadeira Vermelha – Foto: Reprodução / Instagram
‘Expuseste o programa’
A justificação, contudo, não convenceu os colegas de painel, e a apresentadora do formato, Liliana Campos (55X), fez questão de demonstrar o seu descontentamento em direto. “Mas expuseste o nosso programa, Sara. Quando foi feito aqui entre nós, era um jogo. Foi completamente diferente do que numa entrevista num podcast. O que devias ter dito era que não despedias ninguém”, censurou o rosto da SIC.
No mesmo podcast, Sara Norte tinha também sugerido o nome deZulmira Garrido (65) para abandonar o projeto. Confrontada com este facto, Liliana Campos sublinhou o impacto emocional daquela escolha: “Sara, se a Zulmira perdesse o emprego, se calhar era mais importante do que perder o dinheiro. Porque a Zulmira renasce aqui todos os dias. Tens de pensar que aquela pessoa está no seu caminho e na sua luta”, recordou, lembrando que o programa não se rege apenas por questões financeiras.
A discussão subiu de tom quando o editor do programa, Hugo Mendes (42), tocou na ferida e falou sobre o ordenado dos profissionais. “A Sara é da opinião que deveríamos ser menos porque assim ganhava mais”, revelou em estúdio. Liliana Campos concordou com a crítica, apontando o dedo à quebra de confidencialidade: “Está a expor o nosso programa. Lá em casa, ninguém tem nada de saber quanto é que cada um ganha. De repente, está toda a gente a fazer contas”.
Visivelmente desgastada com a situação e após confessar que tentou ligar às colegas para resolver o mal-entendido, sem sucesso, Sara Norte acabou por desabafar sobre a pressão mediática de que é alvo. “Neste momento da minha vida eu preciso de paz na minha cabeça. Os últimos tempos não foram fáceis (…). São muitos anos em que sou saco de boxe de muita gente, de comentários e de pessoas que me desejam a morte. Sou de ferro, mas não sou invencível”, rematou a filha de Vítor Norte (75), assegurando, por fim, que mantém um enorme respeito e carinho por Carolina Ortigão (62).