Dez minutos antes da hora marcada para o helicóptero levantar voo, o príncipe George surgiu nos jardins de Kensington Palace e os seus olhos brilharam assim que viu a imponência do veículo que tinha à sua frente. Entusiasmado, o filho de William e Kate não cabia em si de contente, gesticulando e fazendo perguntas à ama, a espanhola Maria Teresa Turrion, perante o olhar atento dos oficiais de serviço. Pouco depois surgia no relvado o tio, o príncipe Harry. Fardado, o filho mais novo do príncipe Carlos, que se preparava para viajar até Staffordshire, onde participaria nas celebrações do Dia do Armistício no National Memorial Arboretum, despediu-se do sobrinho sem conseguir esconder o orgulho que sentiu ao testemunhar tamanho entusiasmo por aquele que é, assumidamente, o meio de transporte de eleição da família real.
O príncipe Carlos, por exemplo, tirou o brevet de piloto de helicópteros em 1974 e Andrew, irmão de Diana de Gales, serviu como piloto de helicópteros durante a guerra das Malvinas. Tanto William como Harry aprenderam a pilotar helicópteros e o ano passado, por ocasião do seu 32.º aniversário, William chegou mesmo a receber da avó, a rainha Isabel II, um helicóptero de luxo, avaliado em 13,6 milhões de euros, que usa para se deslocar no Reino Unido. Resta saber se George irá manter a tradição, aprendendo também a pilotar.
Príncipe George herda do pai o fascínio por helicópteros
Sob o olhar atento da ama, o príncipe George, que este mês completa dois anos, mostrou-se entusiasmado ao ver o helicóptero em que o tio, o príncipe Harry, partiu para mais um compromisso oficial.