A 29 de abril de 2011, o mundo quase parou para seguir em direto o casamento do filho mais velho de Diana e de Carlos, e herdeiro da Coroa inglesa, com a ‘plebeia’ Kate Middleton. O cenário para o enlace foi a imponente Abadia de Westminster, onde, frente à família real britânica e a representantes das casas reais europeias, Catherine Elizabeth Middleton e William Arthur Philip Louis Mountbatten, trocaram alianças.
Há dez anos, o casamento foi um sinal de união entre modernidade – dois jovens que se apaixonam e que decidem passar juntos o resto das suas vidas, sem considerações de ordem social -, mas ao mesmo tempo de respeito pela tradição, pois a postura de William sempre foi de respeito para com a instituição em que foi criado, nomeadamente para com a avó, Isabel II.
No casamento, a tradição esteve bem presente na pompa de que se rodeou a cerimónia e no respeito pelo protocolo, uma forma do casal mostrar respeito pela monarca e pelos britânicos com uma visão mais conservadora daquela que deve ser a forma de estar da monarquia.
A grandiosa cerimónia religiosa foi concelebrada por três dos mais importantes ministros da Igreja Anglicana – além do arcebispo de Cantuária, Rowan Williams, que presidiu à consagração do matrimónio, o serviço foi conduzido pelo deão de Westminster e a homilia foi proferida pelo bispo de Londres –, e testemunhada por familiares e amigos dos noivos, representantes de diversas casas reais, inúmeras individualidades nacionais e estrangeiras e cidadãos anónimos.