
Fotos Association Baby et Népal
Através de uma publicação nas suas redes sociais tornou-se pública a dor de Stéphanie do Mónaco, que anunciou a morte de Baby, o últmo elefante que tinha ao seu cuidado na sua propriedade de Fontbonne, em França.
“Adeus Baby… Baby e Nepal descansam agora em paz”, escreveu a irmã mais nova do rei Alberto II do Mónaco, na sua página do Facebook. Em 2013, a princesa acolheu dois elefantes, Baby e Nepal, oriundos do parque Tête d’Or, em Lyon.
Na altura, os animais, que viviam no jardim zoológico, estavam ameaçados por suspeita de tuberculose e iam ser submetidos à eutanásia para evitar novo contágio. Porém, a princesa salvou-os e acolheu-os na sua propriedade onde viveram nos últimos dez anos. Esta foi uma luta da princesa em parceria com a atriz Brigitte Bardot, conhecida ativista pelos direitos dos animais. Posteriormente, os testes vieram a revelar que Baby e Nepal não estavam infetados, mas permaneceram com a princesa.
Stéphanie, que em abril, aos 58 anos, foi avó pela primeira vez, vive hoje uma vida muito mais tranquila e distante da jovem rebelde que marcou a vida social da família real monegasca nos anos 80 e 90, especialmente.
Sem nenhum namorado assumido, a princesa vive sozinha e dedicada aos três filhos, Louis Ducruet, de 29 anos, fruto da relação com o ex-guarda-costas Daniel Ducruet, com quem viria a casar-se. O casal teve ainda mais uma filha, Pauline, agora com 28 anos. Stéphanie é ainda mãe de Camile Gottlieb, de 25, da relação com o também guarda-costas Jean Raymond Gottlieb.
