Durante anos, o príncipe Harry (41) e Meghan Markle (44) procuraram construir uma imagem de independência financeira após o afastamento da família real britânica. No entanto, novos relatos da imprensa internacional apontam para um cenário bem diferente daquele que os duques de Sussex idealizaram quando trocaram o Reino Unido pela exclusividade de Montecito, na Califórnia.
Segundo várias publicações norte-americanas e britânicas, o casal estará a enfrentar uma fase particularmente delicada do ponto de vista financeiro, marcada pela redução de receitas, pela pressão para controlar despesas e por dúvidas crescentes em torno do sucesso dos seus projetos empresariais.
Os rumores surgem numa altura em que a estratégia comercial dos Sussex parece atravessar um período de reajuste. Depois de anos sustentados por contratos milionários e acordos mediáticos, fontes citadas pela imprensa internacional garantem que os custos associados ao estilo de vida da família continuam elevados, obrigando Harry e Meghan a olhar com maior atenção para as contas da casa.
Montecito continua a ter um preço milionário
Viver numa das zonas mais exclusivas da Califórnia tem custos significativos. Entre segurança privada, manutenção da propriedade, deslocações internacionais e educação dos filhos, as despesas anuais do casal continuam a ser substanciais.
Nos últimos meses, várias publicações avançaram que Meghan terá assumido um papel mais ativo na gestão financeira da família, defendendo uma redução de gastos e uma maior racionalização da estrutura profissional que apoia os Sussex. Entre as medidas apontadas estão cortes de pessoal e uma análise mais rigorosa das despesas correntes.
De acordo com fontes citadas pela imprensa norte-americana, Meghan acredita que é necessário garantir uma maior sustentabilidade financeira a longo prazo, numa altura em que alguns dos projetos que deveriam gerar receitas significativas não terão correspondido às expectativas iniciais.

As dúvidas em torno dos negócios de Meghan
Grande parte das atenções concentra-se atualmente na marca de lifestyle criada por Meghan, As Ever. Apesar do forte impacto mediático do lançamento, começaram a surgir notícias que apontam para uma desaceleração da procura e para desafios relacionados com a gestão de inventário.
Alguns especialistas e comentadores citados pela imprensa internacional admitem mesmo que a marca poderá enfrentar dificuldades caso não consiga manter o ritmo de vendas necessário para escoar os produtos disponíveis. Embora estas informações não tenham sido confirmadas oficialmente pelos Sussex, o tema tem alimentado a especulação em Hollywood e nos meios especializados em realeza.
Paralelamente, o fim da parceria comercial entre a Netflix e a marca As Ever foi interpretado por vários observadores como mais um sinal de que o percurso empresarial de Meghan poderá estar a entrar numa fase decisiva. Ainda assim, a colaboração criativa entre os Sussex e a plataforma de streaming continua ativa em outros projetos.
Contratos milionários já não garantem tranquilidade
Quando assinaram o mediático acordo com a Netflix, avaliado em cerca de 87 milhões de euros (100 milhões de dólares), Harry e Meghan pareciam ter assegurado um futuro financeiro confortável. Contudo, vários projetos desenvolvidos nos últimos anos não alcançaram o impacto esperado, levando a sucessivas análises sobre a rentabilidade da parceria.
A situação tem sido acompanhada com atenção por especialistas da indústria do entretenimento, que apontam para uma crescente dificuldade dos Sussex em replicar o enorme interesse mediático gerado pelos primeiros conteúdos lançados após a saída da família real.
Apesar dos rumores, nem Harry nem Meghan comentaram publicamente as alegadas dificuldades financeiras. O casal continua a apresentar uma frente unida e a apostar em novos projetos profissionais, numa tentativa de consolidar o futuro longe da monarquia britânica.
Um futuro ainda envolto em incerteza
Para já, não existem confirmações oficiais de qualquer crise financeira. No entanto, a sucessão de relatos sobre cortes de despesas, reestruturações internas e desafios empresariais está a alimentar uma narrativa que ganha cada vez mais força nos bastidores de Hollywood.
A grande questão é saber se Harry e Meghan conseguirão reinventar novamente a sua marca pessoal ou se os próximos anos poderão obrigar os duques de Sussex a fazer algo que sempre pareceram evitar: reduzir o estilo de vida que construíram em Montecito.
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