Durante a sua participação no programa “The Leite Show”, apresentado por Flávio Furtado (48), Teresa Guilherme (71) abriu o coração sobre o seu regresso à TVI e sobre as dificuldades que sentiu ao trabalhar lado a lado com a apresentadora Cristina Ferreira (48). A conversa, que rapidamente se tornou um dos momentos mais comentados do videocast, trouxe à tona detalhes pouco conhecidos sobre os bastidores de uma das edições mais marcantes do “Big Brother”.
A apresentadora recordou que o seu regresso à emissora, em 2020, aconteceu a convite da própria Cristina Ferreira, na altura responsável pela direção do formato. Contudo, o que começou como um convite promissor rapidamente se transformou, segundo Teresa, numa das experiências profissionais mais desgastantes da sua carreira.
A pressão nos bastidores do Big Brother
Ao comentar, no videocast, a experiência vivida à frente do reality show, Teresa Guilherme não escondeu o desconforto ao recordar aquele período. A apresentadora explicou que a pressão e a exigência impostas eram, nas suas palavras, verdadeiramente enormes, e detalhou de que forma a maneira como foi dirigida acabou por a afetar profundamente: “Para mim, não foi fantástico, porque era muita pressão. Era muita exigência, no sentido de ‘vamos fazer um programa assim’, ‘não, não era assim’. Era o confronto. Eu senti naquela altura que o programa se estava a estragar. Os formatos têm regras e essas regras são para seguir. E quando se tenta contornar as regras, isso acaba com um programa ou desgasta pelo menos”.
Não satisfeita em ficar apenas pelas críticas ao processo criativo, Teresa Guilherme foi ainda mais longe ao classificar a sua passagem pela apresentação do reality show naquela edição como verdadeiramente “desmoralizante”. Em tom desabafado, a apresentadora explicou como a relação de trabalho se foi degradando ao longo do tempo: “O que aconteceu é que chamou-me, mas depois não me deixou fazer. Não me deixou ter confessionários, era só contrariedades e de forma muito agressiva. Agressiva no verbal, agressiva de ‘não, isso já não se faz assim’. Ou seja, era desmoralizante”.
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