Cristiano Ronaldo (41) e Georgina Rodríguez (32) estão de volta a Portugal para uns dias de descanso em família. O refúgio escolhido é a mediática mansão na Quinta da Marinha, em Cascais, mas nem a exclusividade da “casa de sonho” impede o casal de aproveitar os prazeres simples da zona.
Esta quinta-feira, dia 16 de julho, a rotina de luxo deu lugar a um momento de descontração. Através das suas redes sociais, Georgina Rodríguez partilhou com os seguidores um passeio especial ao lado da filha mais nova, Bella Esmeralda (4). Mãe e filha aproveitaram o dia soalheiro para desfrutar de um gelado.
Rapidamente se percebeu que o cenário escolhido para o lanche não foi ao acaso: o quiosque em questão situa-se junto à famosa Boca do Inferno, um dos pontos turísticos mais emblemáticos de Cascais, mostrando que, mesmo com todas as mordomias da sua mansão, o casal não dispensa um passeio pelos locais mais tradicionais da região.
A ‘Dream House’ que divide opiniões
Se o passeio pela Boca do Inferno trouxe um clima de normalidade às férias da família, o mesmo não se pode dizer da mansão onde se encontram hospedados. Nos últimos dias, um detalhe na propriedade na Quinta da Marinha tem estado no centro da polémica.
Cristiano Ronaldo decidiu batizar a sua residência com uma placa colocada no portão, onde se lê em letras bem visíveis: “Dream house CR7″ [Casa de sonho CR7]. A decisão do capitão da seleção nacional não passou despercebida e acabou por gerar uma onda de críticas.
No programa “V+ Fama”, do canal V+ TVI, o tema foi debatido com frontalidade. Os comentadores Pedro Capitão (38) e António Leal e Silva (62) não pouparam o craque, classificando a placa como “feia” e de “mau gosto”. A escolha estética de Ronaldo, que pretendia ser uma celebração da sua conquista imobiliária, acabou por se tornar num dos tópicos mais comentados nas redes sociais, provando que, em Portugal, cada passo do “melhor do mundo” continua a ser alvo de um escrutínio atento.

