Foi um dos momentos de maior partilha na emissão do Passadeira Vermelha desta semana. Com a sinceridade que lhe é habitual, uma conhecida cara da SIC abriu o coração para falar sobre o orgulho — e também a preocupação — que sente ao ver o filho seguir um caminho artístico que ela e o marido bem conhecem.
Cláudia Borges (43), uma das figuras centrais do Fama Show, foi a convidada de destaque no programa da SIC Caras e, entre recordações de maternidade e vivências profissionais, o foco acabou por recair no filho mais velho, Rodrigo, de apenas 15 anos. O jovem, que já começa a dar cartas no mundo da representação, é a grande promessa da família, mas a sua escolha de carreira traz consigo um misto de emoções para os pais.
O ‘sonho’ que desafia as expectativas dos pais
Durante a conversa, Cláudia Borges não escondeu o entusiasmo ao falar da estreia de Rodrigo no grande ecrã. “O Rodrigo estreou-se nesta longa-metragem que veio agora para os cinemas, já tinha sido gravada há dois anos. Chama-se ’18 Buracos para o Paraíso’. Ele aqui ainda tem uma personagem pequena, tem 15 anos e este é o sonho dele”, explicou a apresentadora.
Contudo, a proteção materna falou mais alto. Ao lado de Samuel Fortuna (46), Cláudia admite que o caminho das artes não era necessariamente aquele que idealizavam para o filho, dada a instabilidade que a profissão frequentemente acarreta.
“Por mais que eu e o Samuel não queiramos que ele siga este caminho, é o sonho dele”, confessou, revelando que, embora tentem apoiar o jovem com toda a experiência que acumulam, a realidade do meio televisivo e cinematográfico é, por vezes, uma faca de dois gumes.

‘Não é por trabalharmos em televisão que ele vai ter as portas abertas’
Uma das questões mais pertinentes que a apresentadora abordou foi o peso do apelido e a ideia errada de que, por serem figuras públicas, o percurso de Rodrigo seria mais simples.
“Tendo um pai e uma mãe que trabalham no meio, tentamos passar-lhe tudo. Mas não é por trabalharmos em televisão que ele vai ter as portas todas abertas, às vezes até é mais difícil“, sublinhou Cláudia Borges. Esta visão pragmática demonstra que, acima de tudo, o casal quer que o jovem conquiste o seu espaço pelo seu próprio mérito, ainda que isso signifique enfrentar os desafios que a indústria coloca aos novos talentos.
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