Juntos há 12 anos, casados há dois e pais de seis filhos – três adotivos e três biológicos –, Angelina Jolie e Brad Pitt pareciam um dos casais mais sólidos de Hollywood. Até que no passado dia 19 se soube que a atriz dera entrada, nesse mesmo dia, no Supremo Tribunal de Los Angeles, com um pedido de divórcio. Onde o dia 15 surge como data da separação efetiva. Ou seja, um dia depois de o casal ter viajado com os filhos de França para os EUA num jato privado. Terá sido na sequência dessa viagem, em que, alegadamente, Brad terá bebido demais e agredido física e verbalmente os filhos (o que poderá dar origem a uma investigação do FBI), que Angelina tomou a decisão de romper com o marido, alegando diferenças inconciliáveis.
Fontes próximas do mediático casal, no entanto, dizem que a atriz acreditava que Brad lhe era infiel, tendo mesmo posto um detetive a investigar o marido.
Representada por Laura Wasser, a advogada que tratou dos divórcios de estrelas como Johnny Depp, Mel Gibson ou Heidi Klum, Angelina pediu a custódia legal conjunta e a guarda permanente dos filhos, mas Brad já fez saber que não pretende conceder-lha. Outro tema que poderá provocar faísca é a partilha dos bens comuns, avaliados em 450 milhões de euros.
Angelina Jolie e Brad Pitt: Casamento de sonho acaba em divórcio-pesadelo
No pedido de divórcio, entregue em tribunal no passado dia 19, Angelina, que pede a custódia física dos filhos, alega diferenças inconciliáveis, mas, segundo amigos do casal, os verdadeiros motivos são o facto de Brad beber demais, consumir erva, ser infiel e ter acessos de violência.