O regresso de Zulmira Garrido (64) a Portugal transformou-se numa experiência que dificilmente esquecerá. A comentadora recorreu às redes sociais para descrever os momentos de aflição vividos a bordo de um voo, surpreendido por uma tempestade que impossibilitou a aterragem prevista. Além do susto sentido durante o voo, denunciou também os constrangimentos enfrentados em terra, acusando a companhia aérea de não prestar o apoio que considerava devido aos passageiros.
Através de várias publicações no Instagram, Zulmira Garrido revelou que a viagem de regresso ficou marcada por momentos de grande tensão. Segundo explicou, a aeronave encontrou condições meteorológicas adversas durante a aproximação ao destino, levando a tripulação a tentar aterrar por diversas vezes, sem sucesso.
Perante o agravamento do estado do tempo, o voo acabou por divergir para Girona. A comentadora confessou que houve um momento em que temeu o pior. “Ainda estou a tentar processar o que aconteceu. A viagem de regresso a Portugal transformou-se numa das viagens mais assustadoras da minha vida”, escreveu, acrescentando: “Houve um momento em que senti verdadeiramente que podia não haver um desfecho feliz. Pensei: ‘É agora.’”

Nas mesmas publicações, Zulmira descreveu o ambiente vivido no interior do avião, garantindo que o medo era partilhado por praticamente todos os passageiros. “O ambiente dentro do avião era de autêntico pânico. Muitas pessoas choravam, outras rezavam, e o medo era visível em todos os rostos. Foram minutos que pareceram uma eternidade”, relatou.
Longa espera em Barcelona e críticas à empresa aérea
Depois da aterragem em Girona, os passageiros seguiram para Barcelona, onde acabaram por permanecer durante várias horas à espera de uma solução que lhes permitisse regressar a Portugal.
Foi precisamente nessa fase que Zulmira Garrido dirigiu duras críticas à companhia aérea. Nas publicações partilhadas nas redes sociais, acusou a companhia aérea de não prestar o apoio que considerava devido aos passageiros, afirmando que muitos continuavam retidos sem conseguir regressar a casa.
A comentadora partilhou ainda uma mensagem crítica nas redes sociais, na qual acusou a companhia aérea de não prestar o apoio que considerava devido aos passageiros. Segundo o seu relato, muitos foram obrigados a suportar as despesas de alojamento e transporte enquanto aguardavam uma solução para regressar a Portugal.
Apesar de as condições meteorológicas que obrigaram ao desvio do voo estarem fora do controlo da companhia aérea, Zulmira fez questão de distinguir essa situação da assistência prestada em terra, criticando a forma como, segundo o seu relato, os passageiros foram acompanhados após a aterragem.
Apesar do enorme susto, a comentadora acabou por tranquilizar os seus seguidores ao mostrar que se encontrava em segurança. Ainda assim, deixou claro que a experiência ficará para sempre na memória, tanto pelo medo vivido durante o voo como pelos constrangimentos enfrentados nas horas seguintes, numa viagem que, como descreveu, parecia não ter fim.
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