O luxuoso MSC Opera convida a explorar paisagens deslumbrantes e destinos únicos este inverno. Com partidas da Madeira, propõe um itinerário de vários dias que permite descobrir a vibrante Santa Cruz de Tenerife, Arrecife, as praias douradas de Las Palmas e o charme exótico de Fuerteventura. Enquanto navega, pode aproveitar para desfrutar das várias atividades disponíveis a bordo. Relaxar no spa com vista para o oceano, saborear pratos gourmet nos restaurantes ou experimentar os espetáculos noturnos no teatro. Para os mais ativos, há piscinas, áreas de fitness e até aulas de dança. Já as famílias podem contar com espaços e programas dedicados às crianças e adolescentes, garantindo diversão para todas as idades. Uma experiência que combina o melhor do lazer e da descoberta.
Após um ano com muito trabalho, que culminou com o fim das gravações da novela da SIC A Promessa, Victoria Guerra, de 35 anos, permitiu-se fazer uma viagem de quase um mês. Esteve com a família, em Inglaterra, onde passou o Natal, e seguiu com o namorado, o realizador Francisco Botelho, para a Escócia, país que a deixou apaixonada e pronta para abraçar os novos desafios que tem pela frente.
– Terminou o seu último projeto em televisão. O que se segue?
Victoria Guerra – Comecei o ano bastante tranquila. Tive um 2024 muito bom, cheio de trabalho e bastante positivo, então estou a começar 2025 mais serena. Vou filmar uma série, depois terei outra e talvez uma longa-metragem. Tenho muita sorte. Infelizmente, em Portugal não podemos dizer que escolhemos os trabalhos que queremos, mas se puder fazer os que, de facto, me preenchem, melhor.
– Aproveitou a pausa e esteve em Inglaterra com a família.
– Para mim, é sempre um desejo maior estar com a minha família. Já que é mais complicado virem todos para cá, vou eu para lá. É como se me renovasse sempre que estou com eles. Traz-me logo outro ânimo. Os nossos encontros são sempre muito bons e estava com muitas saudades. Fez-me bem estar com a minha mãe, os meus avós, os meus irmãos. Estive dez dias em Inglaterra e depois mais dez na Escócia. Passei o Ano Novo a viajar.
– Foi um grande começo de ano?
– Foi. Normalmente, procuramos sempre o calor no inverno, mas soube-me muito bem. Não conhecia a Escócia e pensei: “Já que não estou a trabalhar, vou aproveitar”. Aluguei um carro e andei a passear. Vi neve, subi montanhas maravilhosas, foram uns dias mesmo bons. A Escócia é insana de linda. Não consigo eleger uma coisa de que tenha gostado mais, pois desde Edimburgo ao Loch Ness, a Escócia é toda mágica. Parece que entramos n’O Senhor dos Anéis, n’A Guerra dos Tronos e Harry Potter tudo ao mesmo tempo. Parece outro planeta. Soube- -me muito bem estar na natureza neste início de ano.
– Precisava de parar e desligar?
– Precisava de algum tempo sem fazer nada e ajuda muito viajar para desligar completamente. Adoro o meu país, mas sair, ver outras coisas, estar longe de tudo é muito bom. Voltamos com saudades de casa.
Victória Guerra
– Deu também para namorar fora da rotina?
– Deu sim e é muito importante haver estes momentos. Aproveitámos bastante estas férias.
– É bilingue, filha de pai português e mãe inglesa. Nunca pensou investir numa carreira internacional?
– Não vou dizer que não tenha pensado nisso, mas a verdade é que gosto mesmo muito de trabalhar em Portugal e também consigo fazê-lo noutros países. Este ano, como aconteceu noutros, vou integrar projetos internacionais a partir daqui e isso deixa-me muito feliz e realizada. Acho que ganhei o meu lugar e respeito em Portugal, trabalhei muito para isso também, e não o trocava por nada. Mas quem sabe, amanhã? Nunca é tarde.
– Nessa decisão, conta também o facto de ter uma relação sólida?
– Sim, obviamente. A minha casa é cá e estou muito feliz.
– Já pensou em dar o passo seguinte e casar-se?
– Não está fora de causa, mas nunca fui muito casamenteira. A idade pode trazer-me essa vontade, não sei. Por agora, estou muito bem assim, não tenho o desejo de me casar e prefiro gastar dinheiro a viajar.
São 10 quartos, cada um ao seu estilo, mas com mobiliário pensado para proporcionar descanso e muito conforto. Algumas mais clássicas, outras, ao invés, modernas e contemporâneas, espreite estas propostas e comece já a pensar em investir mais na sua saúde, comece pelo quarto. sono
Uma cama confortável – aqui tem sugestões de grandes marcas – com um bom colchão e uma almofada de qualidade, ajuda a deixar-se levar pelo sono. E se o quarto estiver escuro ou com pouca luz, e o mais silencioso possível, então estarão reunidas as principais condições para o início de uma noite muito descansada. quartossono
São 10 quartos, cada um ao seu estilo, mas com mobiliário que foi pensado para proporcionar descanso e muito conforto. Clássicas ou contemporâneas, espreite estas propostas e comece já a pensar em investir mais na sua saúde, comece pelo quarto. sono
São 10 quartos, cada um ao seu estilo, mas com mobiliário que foi pensado para proporcionar descanso e muito conforto. Clássicas ou contemporâneas, espreite estas propostas e comece já a pensar em investir mais na sua saúde, comece pelo quarto. sono
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Umaconfortável, com um bom colchão e uma almofada de qualidade, ajuda a deixar-se levar pelo sono. E se o quarto estiver escuro ou com pouca luz, e o mais silencioso possível, então será mesmo o início de uma noite m
Tal como em 2020 e 2021, Raul Minh’alma foi o escritor com mais livros vendidos em Portugal em 2024. A CARAS conversou com o autor, que na verdade se chama Pedro Miguel Queirós e que aos 32 anos soma vários êxitos literários. Para as fotografias, o romancista e poeta fez questão de posar com a mulher, Laura Mostardinha, de 23 anos, e as filhas do casal, Alma, de 2 anos, e Belém, de 9 meses.
– Como é que um engenheiro mecânico de formação se torna um fenómeno da literatura nacional?
Raul Minh’alma – Sempre estive ligado às artes, como o desenho, a música, a representação ou a escrita. Consciente que estava da instabilidade e incerteza que é viver da arte, optei por escolher opções académicas mais seguras, no entanto, nunca deixei de alimentar o meu lado criativo e do sonho de viver da arte. A prova disso é que enquanto tirava o meu curso de engenharia escrevi e publiquei quatro livros. Curiosamente, no dia em que apresentei a minha tese, em outubro de 2016, saiu o livro Larga Quem Não Te Agarra, que foi imediatamente um sucesso e me permitiu começar logo a viver da escrita. Foi um sinal claro da vida de que o meu caminho não seria a engenharia.
– Qual a receita do sucesso?
– Acredito que seja uma receita complexa, com muitos ingredientes e métodos de confeção minuciosos. No entanto, de uma forma resumida, é fazer-se um bom livro e promovê-lo devidamente. O que ninguém conhece, ninguém compra, por muito bom que seja. Um dos segredos é, portanto, escrever durante três meses e promover durante nove. Um escritor que queira vingar neste meio não se pode dar ao luxo de escrever e descansar. E eu estive sempre consciente disso. Nunca esperei que fizessem o trabalho por mim. É por isso que há dez anos andava a colar, eu mesmo, cartazes nas paragens de autocarro a promover uma apresentação do meu livro na biblioteca local.
– A paixão pela escrita começou cedo. O que o levou a escrever os primeiros poemas?
– Um desgosto de amor. Somos todos poetas quando sofremos por amor e eu, pelos vistos, levei isso para um sentido literal. Tinha muitas angústias que precisava expressar e a escrita, na altura, acabou por ser um meio para atingir esse fim. O bichinho começou a ganhar forma depois de ter partilhado uma série de poemas num blogue e os meus colegas de turma (na altura andava no 12.º ano) começarem a falar sobre eles como se de um autor conhecido se tratasse. Senti-me importante, relevante, notado, e isso deu-me motivação para continuar.
– Quais os poetas e escritores que mais o inspiram ou fascinam?
– Fernando Pessoa. Foi por causa dos seus poemas, que estudávamos nas aulas de Português, que comecei também a escrever. Sempre admirei, e me identifiquei, com as diferentes camadas, identidades, personalidades que o habitavam. Ele dizia que tinha nele todos os sonhos do mundo e eu sempre achei que tinha em mim todas as pessoas do mundo. Hoje dou-lhes voz através das minhas histórias.
– E sua musa é…
– A minha mulher, claro. É o meu pilar, a minha melhor amiga, companheira e conselheira. É a minha maior fonte de inspiração e admiração.
Foto: João Lemos
– É a ela que mostra primeiro a sua obra?
– A primeira leitora e revisora das minhas obras é a minha mulher e só depois a minha editora. Aliás, quando estou num processo de escrita, a minha mulher lê e revê cada capítulo do livro à medida que os vou escrevendo. Dá-me a opinião dela do ponto de vista de leitora e esse para mim é um feedback fundamental. Fá-lo também porque é algo que ela adora. O que para mim é fantástico.
– Como resumiria o seu novo romance, “Fomos Mais do Que Um Erro”?
– É uma história de amor comovente, imprevisível e com um final “à Raul Minh’alma”.
– Já afirmou que a maioria dos seus leitores são mulheres entre os 30 e 40 anos e depois as dos 20 aos 30. Mantém-se este perfil?
– Tenho a sorte de ter um leque bastante alargado de faixas etárias, mas o meu público principal são, sem dúvida, mulheres com 30, 40 anos. Penso que seja por serem pessoas que se identificam mais com as temáticas que abordo. Embora sejam livros de ficção, são livros onde procuro sempre orientar as pessoas, especialmente aquelas que têm algum tipo de dor emocional que precisa de ser trabalhada e curada, pelo que uma pessoa que já tenha mais experiência de vida e bagagem vai mais facilmente identificar-se.
– Também disse que os leitores masculinos ficam abaixo dos 10%…
– Escrevo romances, histórias de amor e, estatisticamente falando, não é o género literário favorito do público masculino. Penso que seja essencialmente essa a razão. No entanto, aquilo que escrevo serve tanto para homens como para mulheres. Até porque são histórias de amor onde há sempre um homem e uma mulher. Umas vezes a carga emocional está mais do lado do personagem masculino, outras do lado da personagem feminina. No final, as lições que os meus livros passam são sempre universais e aplicam-se a qualquer género.
– Gostaria de ver adaptada alguma das suas obras a um meio audiovisual (cinema ou televisão)? E se pudesse escolher qual seria? E quais atores seriam o par romântico perfeito?
– Penso que seja o sonho de qualquer escritor e eu não sou exceção. Há histórias minhas mais preparadas para serem adaptadas do que outras, mas todas elas são muito cinematográficas. Gosto que as pessoas que leem os meus livros consigam visualizar a cena na sua cabeça como se de um filme se tratasse. A escolher um meio seria cinema, claro, e a escolher um par romântico, o perfil mais comum seria um José Condessa e uma Bárbara Branco. Sei que são um ex-casal na vida real, mas consigo imaginá-los como protagonistas em vários filmes de livros meus.
– Que semelhanças há entre a pessoa Pedro Miguel Queirós e o escritor Raul Minh’alma?
– Os dois são muito ligados à família, empáticos, conciliadores…
Foto: João Lemos
– E as diferenças, quais são?
– Enquanto o Raul é mais sério e gosta de emocionar as pessoas, o Pedro é mais divertido e gosta de as fazer rir. Esta é a diferença mais visível de quem conhece a pessoa por trás do escritor. O Raul é mais romântico, sonhador e positivo do que o Pedro. Basicamente, o Pedro criou o Raul para esconder os seus defeitos, mas, como é óbvio, em casa não há capas nem máscaras, sou como sou, genuíno, imperfeito, mas real.
– Tem duas filhas ainda muito pequeninas. É um pai moderno, que faz tudo ou nem por isso?
– Faço quase tudo. Só não dou de mamar, porque não tenho como, e não escolho a roupa delas porque não tenho jeito. Aliás, nem a minha escolho. De resto, faço tudo, claro. Tenho a felicidade de ter as minhas filhas e a minha mulher comigo 24 horas por dia. Estamos em casa os quatro o dia todo, os dias todos, e isso é uma das muitas coisas boas que a minha carreira me permite ter. Acompanho cada momento das minhas filhas e naturalmente que intervenho em todas as tarefas, etapas e momentos, incluindo os respetivos partos.
– Já dá para perceber as diferenças entre a Alma e a bebé Belém?
– São substancialmente diferentes, até a própria gravidez foi bastante diferente. A Alma foi sempre mais pacífica do que a segunda. A Belém deu-nos piores noites de sono, embora agora esteja muito mais tranquila. Por outro lado, a Alma está agora na fase dos 2 anos e está a ser um mini-terror em casa, mas vamos dando conta do recado. Elas têm menos de um ano e meio de diferença, é desafiante, mas muito especial.
– Com quem elas se parecem mais, com o pai ou com a mãe?
– A Alma aparenta ser mais parecida, fisicamente e não só, com a mãe. A Belém parece que saiu mais ao meu lado. É o que a maioria nos diz, também.
– Aos 32 anos o que lhe falta fazer na vida?
– Sou um insatisfeito por natureza, especialmente a nível profissional, e por isso tenho ainda uma lista de objetivos para cumprir, mas irei guardá-la para mim. Se conseguir manter o que tenho na minha vida, já serei o homem mais feliz do mundo, e isso é o que importa dizer. Estou sempre a pensar no que quero e no que posso conquistar a seguir, mas sou muito grato pelo que já tenho e todos os dias, ao deitar, agradeço por isso.
– Confesse: escrever romances “best-sellers” enriquece tanto a alma como a carteira?
– [Risos] Tenho a felicidade de ser dos escritores mais vendidos em Portugal há vários anos e, também por isso, dos mais bem pagos, pelo que as minhas finanças estão bem de saúde.
Numa nova fase da sua vida, desde que ficou com a tutela das sobrinhas, Bruna, de 13 anos, e Bianca, de 10, Sofia Ribeiro assume que educar é um enorme desafio, mas que o amor suplanta todas as dificuldades.
Neste início de ano, as suas energias foram renovadas numas férias em família no Brasil, de onde chegou recentemente e aproveitou também para se preparar para os próximos projetos profissionais, depois de ter sido protagonista da novela Senhora do Mar e concorrente em Hell’s Kitchen Famosos, da SIC.
– Há quem diga que ano novo, vida nova. É assim que encara a entrada num novo ciclo?
Sofia Ribeiro – A vida é a mesma, mas esperam-se coisas novas e outras que não são novas, mas que serão com certeza revisitadas, revividas, renovadas. Terei muitas coisas boas, nomeadamente no trabalho.
– Tem objetivos estabelecidos para os próximos tempos?
– Tenho vários, mas o meu maior objetivo é tentar tornar a vida mais leve, que a correria dos dias não contamine a minha energia, o que é difícil, pois, tal como toda a gente, tenho dias de stresse, corro de um lado para o outro. Quero desgastar-me menos.
– Acabou de chegar do Brasil. Como foram as férias com as suas sobrinhas?
– Maravilhosas. Foi a primeira viagem grande que fizemos juntas e elas amaram. Era um país que já queriam muito conhecer e que está no meu coração. Fiz-lhes, então, esta surpresa. Foi um presente de Natal e ficaram muito felizes. Divertiram-se tanto que choraram quando chegou a hora de voltar. Só me diziam: “Tia, este é o lugar mais favorito onde estivemos”.
Foto: José Oliveira
– E a Sofia como passou estes dias?
– Para mim, foram dias de descanso, de banhos de sol e de mar, brincar, comer pão de queijo e beber água de coco, fazer exercício, meditar, dançar. Estava a precisar de parar e passar tempo de qualidade com as meninas, viver a vida, que não é só trabalho. Voltámos renovadas, com uma energia feliz e leve, depois de um ano de mudanças e adaptação para todas.
– É tia no papel de mãe. Presumo que não seja fácil?
– Não é. Quem disser que é fácil está a mentir ou não tem crianças. Cuidar é extremamente difícil. A meu ver, educar um ser humano para a vida é mesmo o maior desafio que podemos ter. Todos os dias há questões, coisas novas que surgem e não sabemos se estamos a fazer as escolhas certas, mas o que me guia é sempre o que me moveu desde o início, quando tomei esta decisão: o coração e o amor que tenho por elas. De resto, não há uma fórmula, portanto, vou fazendo conforme estou a sentir, com esperança de que esteja a fazer o melhor e acho que sim. Mas o que este meu papel tem de desafiador tem também de encantador e apaixonante. É muito bom ver os passos que damos juntas. Somos as três muito companheiras e acredito que as coisas acontecem quando têm de acontecer.
– Acredita no destino, portanto?
– Acredito no destino. Sinto que há fatores que nos transcendem, que as coisas acontecem na nossa vida como têm de acontecer. Em momentos mais difíceis, não entendemos o porquê de determinadas coisas, no entanto, mais à frente, percebemos a razão. Precisávamos de subir um degrau a que ainda não tínhamos chegado.
Formada em Estudos Europeus e Política Internacional, com uma carreira diversa na comunicação e produção cultural, Cila Simas lidera o Coliseu Micaelense desde 2022. À frente de uma das mais emblemáticas casas culturais dos Açores, a presidente revela a importância de respeitar o legado do passado, abraçar os desafios do presente e construir um futuro que perpetue a história da instituição. “Para mim, não há impossíveis; é preciso batalhar e fazer acontecer”, assegurou à CARAS no dia em que apresentou a agenda de espetáculos e concertos para 2025.
Natural de Coimbra, chegou aos Açores em 1998, com 19 anos, para estudar, e nunca mais deixou a ilha. “Estava a preparar-me para entrar em Medicina quando foi diagnosticado um cancro à minha mãe, e davam-lhe dois meses de vida. Isto foi na altura das candidaturas. Ela pediu-me para não arriscar, que escolhesse o sítio que quisesse, mas queria ver-me entrar na universidade. E entrei no curso de Física e Química nos Açores. Entretanto, a minha mãe, graças a Deus, ultrapassou a doença, mas eu já não quis regressar, porque me apaixonei pelos Açores, pela paz, pelas vibrações destas ilhas. Seria incapaz de viver noutro sítio”, contou Cila que, entretanto, mudou para o curso de Comunicação Social, que frequentou durante um ano, e só mais tarde entrou para o de Estudos Europeus.
Foto: D. R.
Casada com o jornalista Rui Simas, e mãe de duas meninas, de 19 e 13 anos, Cila ainda apresentou um programa de televisão para a RTP Açores, o Azores Talentos, quando foi convidada para fazer parte do Conselho de Administração do Teatro Micaelense. “Para mim não há impossíveis. É preciso batalhar e fazer acontecer. Não obstáculos que não sejam possíveis de ultrapassar”, garantiu Cila, que tem sido elogiada pelo seu trabalho na promoção da cultura junto da população de São Miguel.
Foi há três anos que deixou Los Angeles para protagonizar uma novela. Francisco Froes decidiu fixar-se em Portugal com a mulher e os filhos, de 5 e 2 anos. Mas é com o coração apertado que, ao longo das últimas semanas, acompanhou a vaga de incêndios na Califórnia. “É uma enorme aflição. Custa muito ver! É difícil imaginar o que será perdermos tudo. Tenho uma pessoa conhecida que perdeu tudo. É uma tragédia e uma das maiores catástrofes em Los Angeles”, conta o ator, de 37 anos, acrescentando: “Um dos fogos aconteceu no Runyon Canyon e eu vivia a cinco minutos a pé de lá. Esse fogo chegou muito perto do meu antigo apartamento”. Para já vai manter-se em Portugal, mas com desejo de continuar a viver a carreira em Hollywood. “A minha base vai ser cá e dificilmente vai mudar. Mas vejo-me a voltar a Los Angeles, tenho o meu agente lá e passaporte americano. Tenho uma carreira internacional que quero continuar a viver.”O ator integra o elenco da série da RTP1 A Travessia e está atualmente a gravar a novela A Herança, que estreia na SIC a 27 de janeiro.
Francisco Froes gravou ainda a série Madrugada Suja, baseada no romance homónimo de Miguel Sousa Tavares, que chegará este ano à RTP, e a longa-metragem Hotel Amor, do realizador Hermano Moreira.
David Rodrigues tinha 24 anos quando iniciou a sua aventura no mundo da hotelaria, trabalhando em grupos de renome como o VIP Hotels e o Pestana Palace. Nesse ambiente dinâmico e exigente descobriu a sua verdadeira paixão: a gastronomia. A curiosidade e o desejo de aprender mais levaram-no à Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, seguindo-se experiências em restaurantes como o Varanda Ritz Four Seasons e no grupo Comer o Mundo, do chef Kiko Martins e The Club Steakhouse, cruciais para moldar o seu estilo e a sua visão da cozinha, sobre as quais fundou a sua própria assinatura.
Hoje, como chef do Czar Lisbon Hotel, David Rodrigues tem a oportunidade de criar e reinventar, testar e otimizar. A sua cozinha é uma celebração da diversidade, com um toque especial de portugalidade. David Rodrigues acredita na importância de trabalhar com ingredientes frescos e de qualidade, única forma de verdadeiramente valorizar a nossa gastronomia, apresentando-a de forma inovadora e divertida.
Focado em elevar o nível do Czar, o chef mantém vivo o sonho de continuar a explorar novos sabores, a viajar pelo nosso país e a descobrir ingredientes únicos. Para David, a gastronomia é uma forma única e inspiradora de contar histórias, celebrar a cultura e conectar pessoas. Apaixonado por comfort food, confessa um apreço especial pela cozinha alentejana, que ocupa um lugar especial no seu coração, ainda que tenha raízes do Norte, uma vez que a sua família é oriunda da zona de Viseu.
A par da cozinha, a aquariofilia é outra das suas paixões. Enquanto a primeira lhe permite explorar novos sabores e a própria cultura dos lugares, a segunda oferece-lhe um refúgio para a observação e a contemplação. A atenção aos detalhes e a busca pela harmonia, presentes em ambas, moldam a sua criatividade.
Receita: Camarão-tigre com manteiga de ovelha, Moscatel e tostas por “chef” David Rodrigues
Ingredientes
• 4 camarões-tigre grandes (tamanho 4/6), limpos, com casca • 50 g de manteiga de ovelha • 3 colheres de sopa de azeite • 2 dentes de alho picados • 100 ml de vinho Moscatel • raspas de 1 limão • sal e pimenta-preta a gosto • 1 colher de sopa de salsa ou coentros picados • 4 fatias de pão rústico ou baguete
Preparação
Temperar os camarões com sal, pimenta e raspas de limão. Aquecer uma frigideira grande em fogo médio-alto e adicionar duas colheres de sopa de azeite. Colocar os camarões na frigideira e selar durante 2 a 3 minutos de cada lado, até que fiquem dourados. Reservar. Na mesma frigideira, em fogo médio, adicionar a manteiga de ovelha e o alho picado, mexendo até que o alho liberte o seu aroma, mas sem deixar dourar. Adicionar o vinho Moscatel e mexer para deglacear a frigideira, soltando os sabores caramelizados do fundo. Deixar reduzir por 2-3 minutos, até que o molho engrosse ligeiramente. Colocar de novo os camarões na frigideira e cozinhar por mais 2 minutos, regando-os com o molho para que fiquem bem suculentos.
Entretanto preaquecer o forno a 200 °C. Pincelar as fatias de pão com azeite de ambos os lados e colocar num tabuleiro. Assar por 5-7 minutos, ou até que fiquem douradas e crocantes. Esfregar ligeiramente um dente de alho cortado sobre as tostas para que fiquem com um leve sabor de alho.
Finalização: dispor os camarões num prato grande, regar com o molho de manteiga e Moscatel, salpicar com salsa ou coentros picados e acompanhar com as tostas de pão.
Longe vão os tempos em que os tapetes eram peças muito aborrecidas, quase sempre quadradas, retangulares ou redondas, com cores óbvias e desenhos formatados, conforme os estilos e gostos vigentes.
Ainda assim, a história deixou-nos muitas obras de arte feitas para pisar. Palácios e residências por todo o mundo conservam exemplares que vale a pena admirar, são verdadeiros objetos artísticos, sobretudo pelo design e qualidade dos materiais.
Na atualidade, o panorama sofreu desenvolvimentos. As marcas desfizeram correntes, tornaram-se mais irreverentes e ousadas. Ganharam liberdade de criação. Os materiais também sofreram uma evolução. Nos dias que vão correndo os nossos pés passaram a pisar uma grande variedade de matérias-primas, algumas simplesmente naturais, outras mais sofisticadas.
Os desenhos e sobretudo as formas dos tapetes libertaram amarras. Há agora múltiplas escolhas. Aos modelos redondos, quadrados ou retangulares juntaram-se tapetes assimétricos, recortados, em patchwork ou outras formas mais ou menos irreverentes, até recriando marcas do tempo ou aparência de usados. Os desenhos também se tornaram mais extravagantes e sem fronteiras. A imaginação é o limite.
Na atualidade, o panorama sofreu desenvolvimentos. As marcas desfizeram correntes, tornaram-se mais irreverentes e ousadas. Ganharam liberdade de criação. Os materiais também sofreram uma evolução. Nos dias que vão correndo os nossos pés passaram a pisar uma grande variedade de matérias-primas, algumas simplesmente naturais, outras mais sofisticadas.
Na atualidade, o panorama sofreu desenvolvimentos. As marcas desfizeram correntes, tornaram-se mais irreverentes e ousadas. Ganharam liberdade de criação. Os materiais também sofreram uma evolução. Nos dias que vão correndo os nossos pés passaram a pisar uma grande variedade de matérias-primas, algumas simplesmente naturais, outras mais sofisticadas.
Na atNa atualidade, o panorama sofreu desenvolvimentos. As marcas desfizeram correntes, tornaram-se mais irreverentes e ousadas. Ganharam liberdade de criação. Os materiais também sofreram uma evolução. Nos dias que vão correndo os nossos pés passaram a pisar uma grande variedade de matérias-primas, algumas simplesmente naturais, outras mais sofisticadas.ualidade, o panorama sofreu desenvolvimentos. As marcas desfizeram correntes, tornaram-se mais irreverentes e ousadas. Ganharam liberdade de criação. Os materiais também sofreram uma evolução. Nos dias que vão correndo os nossos pés passaram a pisar uma grande variedade de matérias-primas, algumas simplesmente naturais, outras mais sofisticadas.
Após quase um ano de quimioterapia, cirurgia e radioterapia, Diana Costa e Silva concluiu com sucesso os tratamentos contra um cancro na mama recidivo. A primeira batalha travou há oito anos, quando o filho mais velho, agora com 11 anos, era ainda bebé. “Passei por vários estádios emocionais. Desde pensar ‘o que é que a vida quer ensinar-me para estar a passar mais uma vez por isto? Porquê isto foi acontecer? Se houve uma segunda vez pode haver uma terceira?’. Tinha pouca hipótese de ter novamente cancro na mesma mama. Na primeira vez achei que tinha sido um episódio em que o meu corpo se tinha desprogramado e que jamais me voltaria a acontecer. Sempre fui supersaudável, nem constipada fico no inverno. Achei que tinha sido algo pontual, mas afinal não”, contou a atriz em entrevista à CARAS. Foi durante a fase de ensaios gerais para uma peça de teatro que descobriu novamente a doença.
“Fui diagnosticada quando estava na fase final de ensaios e prestes a estrear o espetáculo A Beleza das Empregadas Domésticas na Boutique da Cultura. Foi uma bomba! E acabei os tratamentos prestes a estrear o espetáculo A Grande Reunião no Teatro Meridional. Consegui fazer e fiquei muito feliz”. O regresso ao trabalho foi fundamental no final dos tratamentos. “As pessoas perguntavam-me: ‘Como é que aguentas ainda estar em tratamentos e em ensaios?’ Mas era justamente o contrário! Criar, trabalhar, estar com pessoas e com a minha cabeça em outro lado era o que me dava vida”, conta a artista, de 45 anos.
“Uma mulher fica careca. Num casal isto é muito forte. E nós tivemos sempre muito contacto físico, muito amor e juntos.”
Gerir as suas emoções e as da família foi mais complicado, especialmente com os filhos, de 11 e 2 anos. “Da primeira vez, o meu filho mais velho tinha a idade que agora tem o mais pequenino. Com 2 anos eles não percebem, apenas acham estranho a mãe estar de cabelo rapado. Com 11 anos, ele já ouviu a palavra cancro, já percebe que é uma coisa grave. O meu companheiro teve, pela segunda vez, medo de perder a mulher que ama e a mãe dos filhos. Tudo isto traz muito instabilidade. Temos que nos agarrar muito uns aos outros. Tenho muita sorte em ter um companheiro incrível que nunca desmoralizou [foi ele quem lhe rapou o cabelo]. Uma mulher fica careca, pouco sensual, perde a sua feminilidade. Num casal isto é muito forte. E nós tivemos sempre muito contacto físico, tivemos sempre muito amor e muito juntos. Sou uma sortuda. Acho que para uma mulher que passe por isto mais sozinha é muito duro”.
A atriz pode ser vista no papel de Ofélia na próxima série de época da RTP1 A Travessia. Brevemente, Dia-na irá regressar ao teatro como assistente de encenação do diretor artístico João de Brito na peça O Pior Professor do Mundo.
Nos últimos tempos, Diana tem-se dedicado ainda a causas humanitárias e de voluntariado. “Como ficamos nós mesmos numa situação vulnerável, acredito que estes abalos tornam-nos pessoas mais generosas. O que levo destas ‘lambadas’ que a vida dá é que tudo é efémero, absolutamente nada é certo. Aproveitem o agora e encontrem prazer nas pequenas coisas que têm. Não sejamos como o ‘burro atrás da cenoura’, sempre em busca de algo que ainda gostávamos de alcançar. Não! O mais importante são os momentos, as pessoas e cada vez mais me dedico aos meus. As relações humanas são a prioridade máxima.”