O jornal britânico Daily Mail revelou em exclusivo hoje, dia 20 de maio, os pormenores do testamento da Duquesa de Kent, esposa do primo da Rainha Isabel II (1926-2022), que faleceu a 4 de setembro de 2025 aos 92 anos. A aristocrata deixou uma fortuna avaliada em 1,4 milhões de libras, aproximadamente 1,7 milhões de euros, divididos entre a família e instituições de solidariedade social.
Tecnicamente, o testamento dos membros da família real deve ser mantido em segredo durante, pelo menos, 90 anos, mas Katharine Kent renunciou às suas funções reais em 2002, ficando, portanto, isenta desta regra. Assinado 20 anos após a renúncia, em outubro de 2022, o documento descreve a distribuição dos bens: o seu marido, o príncipe Edward (90), herdou as joias, os móveis e outros bens materiais da Duquesa, além dos juros do seu fundo fiduciário familiar.
Ver essa foto no Instagram
Por outro lado, os três filhos do casal ficaram com a maior parte do património. O mais velho, George Windsor (64), receberá metade do capital e o restante rendimento, enquanto um terço irá para o mais novo, Lord Nicholas (55), e apenas um sexto para a sua filha, Lady Helen Taylor (62). O seu primeiro neto, o primogénito de George, ficou como proprietário da sua residência em Kensington, que a duquesa partilhava com o marido, o qual ainda lá reside atualmente. O restante património reverteu para um fundo fiduciário destinado aos seus três filhos.
O último gesto de caridade
Fiel ao que a caracterizou durante toda a vida, a bondade e a simplicidade, Katharine também deixou uma quantia de 10.000 libras – equivalente a poucos mais de 11.000 euros – em doação para a instituição de solidariedade Future Talent Musicians, que cofundou em 2004 para ajudar jovens músicos de contextos desfavorecidos a desenvolver os seus talentos. Katherine Kent planeou ainda deixar uma quantia de 5.000 libras a cada um dos seus nove afilhados.
As cerimónias fúnebres da Duquesa de Kent realizaram-se a 16 de setembro, contando com a presença de toda a família real, incluindo André Mountbatten-Windsor (66) e Sarah Ferguson (66), que fizeram as suas últimas aparições públicas oficiais nesse dia.
