
Na passada quarta-feira, dia 18 de março, o Presidente da República decretou Estado de Emergência, um decreto de iniciativa presidencial, aprovado pelo Parlamento, com o objetivo de travar a expansão da pandemia de Covid-19.
Após as declarações de Marcelo Rebelo de Sousa, a Marktest iniciou uma sondagem, que conclui que 90% dos portugueses estão satisfeitos com a decisão tomada pelo Presidente, sendo que desses, “52% considera que a decisão já deveria ter sido tomada” antes e “42% acreditam que foi tomada na altura certa. Apenas 6% consideram que a decisão deveria ser adiada por mais algum tempo.”
Um dos grandes impactos desta decisão reflete-se na atividade laboral dos portugueses. Do total de inquiridos, 33% vão continuar a exercer a sua atividade profissional no local de trabalho e 30% já tinham iniciado recentemente as suas funções em regime de teletrabalho. Há 12% de pessoas que começam agora a trabalhar a partir de casa, pelo que, no total, 42% da população portuguesa mantém-se em funções, mas em regime de teletrabalho.
De salientar ainda que 14% dos inquiridos vão ficar em casa sem trabalhar.
Os portugueses mostram-se ainda conscientes dos tempos difíceis que atravessamos, pelo que 34% acreditam que esta situação se vai manter entre 1 a 2 meses e 31% crêem que será entre 2 a 3 meses.
Por fim, as três maiores preocupações manifestadas são, por esta ordem, a taxa de mortalidade do vírus, a falência da economia nacional e a falência do Sistema Nacional de Saúde.