Nesta sexta-feira, 17 de julho, Jessica Athayde (40) fez um relato que encantou os seus seguidores sobre a dinâmica familiar e a relação do seu filho com o enteado. A atriz, que vive um relacionamento com o ator Diogo Amaral (44), é mãe de Oliver (7), fruto desta união, e madrasta de Mateus (12), filho de Diogo com a também atriz Vera Kolodzig (41).
Nos seus stories, Jessica explicou com humor e ternura o ritmo que rege a rotina da casa: “Hoje é o dia de troca, e o que significa: é o dia em que chega o Mateusinho, o meu filho emprestado, e o Oliver deixa de ser filho único”. A atriz detalhou que Oliver vive uma semana como filho único, e outra em que ganha a companhia constante do irmão, Mateus.

Uma semana inteira de expectativa
Segundo Jessica, Oliver passa a semana toda à espera da chegada do irmão, e a atriz brincou dizendo que o filho vive sentimentos misturados assim que Mateus chega a casa. Por um lado, um pouco de ciúme, e por outro, a genuína alegria de voltar a ter por perto o seu grande companheiro de brincadeiras.
Entre partilhar e proteger: os limites que Jessica escolheu
Apesar de ter muito para contar sobre a experiência de ser, ao mesmo tempo, mãe e madrasta, Jessica admite que opta, frequentemente, por preservar a sua privacidade e a dos filhos. A atriz explicou que, nas redes sociais, pequenos detalhes podem ser mal interpretados, e essa má interpretação acaba, por consequência, por ter impacto direto na vida das crianças que, mesmo sem acesso próprio às redes, têm amigos que as utilizam.
Ainda durante o desabafo, Jéssica confessou que houve uma altura em que sentiu ter ultrapassado ligeiramente o limite ao expor determinados momentos com Oliver. Sem nunca criticar quem opta por partilhar tudo, a cada instante, nas redes sociais, a atriz prefere manter certas memórias só para a família.
A preocupação de Jessica vai, no entanto, muito além dos riscos já amplamente conhecidos relacionados com inteligência artificial e pessoas mal-intencionadas espalhadas pela internet. A atriz alertou ainda para outro tipo de proteção, talvez menos falada: a de resguardar as crianças de comparações, sejam elas sobre notas escolares ou outros pormenores do quotidiano, que podem, silenciosamente, deixar marcas no psicológico de uma criança.
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