Nesta quinta-feira, 23 de julho, a Casa Real belga revelou os detalhes dos próximos passos da Princesa Eléonore (18), que se prepara para iniciar uma etapa decisiva na sua vida pessoal e académica, após ter celebrado recentemente o seu 18.º aniversário.
Com o aproximar do final das férias de verão, a filha mais nova dos Reis Felipe (66) e Mathilde (53) está pronta para dar o salto para a vida universitária.
Através de uma nota oficial emitida pelo Palácio Real esta manhã, foi confirmado que a jovem membro da realeza irá cruzar a fronteira para prosseguir os estudos nos Países Baixos: “Sua Alteza Real a Princesa Eléonore iniciará, em setembro, o curso de Licenciatura em Artes Liberais e Ciências no University College Utrecht (UCU), a faculdade de honra da Universidade de Utrecht”, pode ler-se no comunicado oficial da comitiva real.

Um currículo de elite feito à medida
A realeza belga fez questão de partilhar os pormenores da formação académica escolhida por Eléonore, destacando a flexibilidade e o prestígio internacional do plano de estudos: “Este programa multidisciplinar de três anos, lecionado em inglês, permite que os alunos construam o seu próprio currículo, escolhendo disciplinas nas áreas das humanidades, ciências sociais e ciências naturais”.
Desta forma, ao concluir a formação, a Princesa da Bélgica poderá obter o grau académico de Bachelor of Science (BSc) ou Bachelor of Arts (BA) por uma das mais prestigiadas instituições de ensino superior europeias.
Zero privilégios reais na admissão
O impacto da chegada da jovem aristocrata já se faz sentir na comunidade académica. Num comunicado paralelo, Hans Brug, Presidente do Conselho Executivo da instituição, demonstrou o entusiasmo da universidade com a nova aluna:
“Estamos muito orgulhosos por a Princesa Eléonore ter escolhido estudar na Universidade de Utrecht”, declarou o responsável.
Contudo, a instituição de ensino superior fez também questão de clarificar um detalhe fundamental que afasta qualquer fantasma de favoritismo: a elemento da família real belga submeteu-se exatamente ao processo de seleção padrão, ingressando no curso por mérito próprio e sem qualquer tipo de diferenciação ou privilégio em relação aos restantes estudantes.