Na reta final do programa Casados à Primeira Vista, cuja grande final vai acontecer já este fim de semana, no domingo, dia 26 de julho, alguns dos participantes continuam a dar que falar com as suas declarações surpreendentes. Na emissão desta segunda-feira, dia 20 de julho, Carlos Henrique (76) decidiu quebrar o silêncio e expôs abertamente a companheira de experiência, revelando hábitos e rotinas da noiva que o levaram a afastar-se definitivamente e a colocar um ponto final em qualquer expetativa de romance.
Foi precisamente durante a edição diária do Diário que o participante foi confrontado e questionado pelo especialista Eduardo Torgal (48) sobre se teriam existido momentos em que realmente acreditou que as coisas pudessem funcionar entre ele e a sua parceira. A resposta de Carlos foi perentória e sem hesitações: “Houve. Mas depois comecei a ver as coisas dela”, atirou o concorrente.
Sem rodeios, o mediador imobiliário explicou logo de seguida aos comentadores e ao público os episódios que o deixaram desconfortável: “Na primeira noite, ficámos no apartamento, dormi na mesma cama que ela, de manhã acordámos e ela disse: ‘Carlos, vais ter de sair da cama porque vou estar uma hora a rezar.’“
“É teatro, teatro, teatro”
Porém, este ritual matinal não foi o único hábito revelado pelo concorrente ao canal. Carlos desabafou ainda sobre a vida profissional e a postura da noiva, criticando o facto de Paula Martins (62) passar “o dia inteiro a atender clientes” no telemóvel e de passar o tempo a queixar-se de dinheiro, apesar de receber “mais ou menos” bem pelos serviços que prestava a esses mesmos clientes.
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Para concluir o seu desabafo marcante, o mediador imobiliário manifestou igualmente o seu profundo desconforto com as práticas espirituais da noiva, criticando o facto de esta passar o tempo a ler cartas de tarô. “Não gosto. Não tenho nada contra quem quiser que leia as cartas”, assegurou Carlos. Contudo, confessou que esse foi o ponto de viragem para questionar o futuro do matrimónio: “Comecei a pensar: ‘Como é que vou lidar com uma pessoa destas?’ É teatro, teatro, teatro.”