A decisão do príncipe Harry (41) e de Meghan Markle (44) de investirem em Portugal voltou a ganhar destaque depois do encontro privado que os duques de Sussex terão mantido com o rei Charles III (77) e a rainha Camilla (79), no início deste mês. O momento reacendeu os rumores sobre uma eventual reaproximação à família real britânica e levou muitos a acreditar que a aquisição de uma propriedade em território português, concretizada em 2023, poderia representar um primeiro passo nesse sentido.
No entanto, há uma outra explicação que tem vindo a ganhar força. Além de uma estratégia para ficarem mais perto do Reino Unido, a compra poderá revelar-se um investimento financeiro altamente vantajoso, numa altura em que o mercado imobiliário português continua entre os mais valorizados da Europa.
Segundo o Índice Global de Preços da Knight Frank, Portugal registou um crescimento anual de 18% no mercado imobiliário durante o segundo trimestre de 2025, consolidando-se como um dos destinos mais atrativos para investidores internacionais. Já dados do Instituto Nacional de Estatística indicam que um imóvel adquirido no início de 2025 poderia valer cerca de 20% mais apenas um ano depois.
A estes fatores junta-se a facilidade de aquisição de imóveis por cidadãos estrangeiros, já que tanto britânicos como norte-americanos podem comprar propriedades em Portugal sem restrições quanto ao tipo ou quantidade de imóveis.

Um investimento que continua a despertar curiosidade
Segundo vários meios internacionais, Harry e Meghan terão adquirido uma propriedade no exclusivo empreendimento CostaTerra Golf & Ocean Club, em Melides, na costa alentejana. Embora a localização nunca tenha sido oficialmente confirmada pelos duques de Sussex, esta tem sido apontada de forma consistente pela imprensa internacional desde que a compra foi revelada.
Entretanto, também têm surgido informações de que a propriedade estará a ser alvo de uma remodelação profunda. De acordo com o MailOnline, o casal terá recorrido a designers ligados ao Soho House, o exclusivo clube londrino onde se conheceram em 2016, para renovar os interiores da residência, uma intervenção que poderá contribuir para valorizar ainda mais o imóvel.
A ligação da família a Portugal não termina aí. A princesa Eugenie (36), prima de Harry e uma das poucas familiares com quem o duque terá mantido uma relação próxima nos últimos anos, possui igualmente uma residência no CostaTerra Golf & Ocean Club, onde passa parte do ano com o marido e os filhos. Esta proximidade tem alimentado ainda mais as especulações em torno da escolha do casal.
Enquanto isso, Harry e Meghan continuam a ter como residência principal a mansão em Montecito, na Califórnia. Nos últimos tempos, o mercado imobiliário daquela exclusiva zona tem registado um abrandamento, com menos imóveis vendidos e uma descida dos valores praticados, segundo especialistas locais.
Sem qualquer confirmação oficial por parte dos duques de Sussex, continua por esclarecer se a compra da propriedade em Portugal representa apenas um investimento imobiliário ou se poderá vir a desempenhar um papel mais relevante nos planos futuros do casal. Certo é que o interesse em torno desta ligação ao nosso país continua a crescer.
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