No coração do Upper East Side, em Manhattan, o lendário hotel The Carlyle tornou-se o refúgio de eleição da Princesa Diana durante as suas viagens a Nova Iorque na década de 1990. Para a aristocrata, a cidade representava uma lufada de ar fresco e a liberdade longe do rigor da coroa britânica.
A ligação de Lady Di àquela unidade hoteleira foi tão marcante que, em 2014, o Príncipe William (44) e Kate Middleton (44) fizeram questão de ficar hospedados no mesmo local, prestando uma homenagem à memória da falecida princesa e ao carinho com que sempre falava do espaço.
Entre as paredes repletas de glamour do hotel, desenrolou-se um dos encontros mais secretos da época: a reunião privada entre Diana e John F. Kennedy Jr., que desejava ter a princesa na capa da sua revista, a George.
Em declarações ao podcast A Right Royal Podcast, da publicação HELLO!, a antiga chefe de gabinete de JFK Jr., RoseMarie Terenzio, revelou a complexa operação de bastidores para evitar que a imprensa levantasse rumores sobre um suposto romance entre ambos.
Apesar dos receios de um escândalo, o filho do antigo presidente dos Estados Unidos entrou discretamente pelo hall do hotel sem qualquer disfarce e a reunião decorreu com total sucesso e absoluta privacidade, sem que nenhum fotógrafo os captasse.
Contudo, a história mais fascinante do The Carlyle envolve uma viagem de elevador verdadeiramente memorável, que juntou no mesmo espaço a Princesa de Gales, o cantor Michael Jackson e o fundador da Apple, Steve Jobs.
Conforme recordado no documentário Always at The Carlyle, o ambiente no elevador permaneceu num silêncio absoluto até que Diana, com o seu humor e vivacidade característicos, quebrou o gelo ao começar espontaneamente a cantar o tema ‘Beat It’.
Com a suíte favorita da princesa a atingir os 10 mil dólares por noite (cerca de 9 mil euros), os funcionários do hotel guardam até hoje a memória de Diana como uma das hóspedes mais calorosas e generosas que já passou por Nova Iorque.
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